sexta-feira, 30 de março de 2012

Webert

29/01/1997 gol de Webert contra o Mamoré

Marcos Teixeira

29/01/97 gol de Marcos Teixeira contra o Mamoré

Tico

290197 gol de Tico contra o Mamoré Antes da partida contra o Fluminense, neste domingo, em Uberlândia, o Cruzeiro homenageou o ex-jogador Tico, que atualmente reside no Triângulo Mineiro e participou do grupo bicampeão da Copa Libertadores da América, em 1997. Tico atuou na partida contra o Grêmio, no Olímpico, pelas quartas de final, e no primeiro jogo da decisão contra o Sporting Cristal, em Lima, quando entrou no decorrer da partida, no lugar do meia Palhinha.

Mauríciio

Outros dois jogadores do Botafogo também se destacaram na década passada. O meia Missinho e o atacante Maurício. Eles foram vendidos para o Cruzeiro de Belo Horizonte. Maurício ainda teve uma passagem pelo futebol português. Missinho atua pelo Nacional de Patos e Maurício no Treze.

Missinho

Links relevantes
29/01/1997: gols de Missinho contra o Mamoré
Outros dois jogadores do Botafogo também se destacaram na década passada. O meia Missinho e o atacante Maurício. Eles foram vendidos para o Cruzeiro de Belo Horizonte. Maurício ainda teve uma passagem pelo futebol português. Missinho atua pelo Nacional de Patos e Maurício no Treze.

Nonato



CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1996 - Em pé: Nonato, Donizetti, Célio Lúcio, Vítor, Willian Andem e Gilmar; Agachados: Cleisson, Ricardinho, Marcelo Ramos, Palhinha e Aílton Crédito: Arquivo Placar




Links
17/06/2016: Especial 96
Em 1996 Cruzeiro e Cortinthians se enfrentavam pelas quartas de final da Copa do Brasil
28/03/2022: Bora pra Resenha

CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1992 - Em pé: Paulo Roberto Costa, Paulo César, Célio Lúcio, Ademir, Luizinho e Nonato; Agachados: Betinho, Boaideiro, Renato Gaúcho, Luís Fernando e Roberto Gaúcho / Crédito: Arquivo Placar




Raimundo Nonato da Silva (Mossoró, 23 de fevereiro de 1967) é um ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral. Começou como amador, no Baraúnas, de Mossoró. Ficou lá até 1988, quando foi emprestado ao ABC, de Natal. Em fevereiro de 1989, o ABC comprou o seu passe. Em 1990, foi emprestado ao Pouso Alegre e disputou o Campeonato Mineiro daquele ano. No segundo semestre, o Pouso Alegre comprou o seu passe e emprestou ao Cruzeiro para a disputa do Campeonato Brasileiro. No dia 10 de Janeiro de 1991, o Cruzeiro comprou o seu passe ao Pouso Alegre. Quando chegou ao time já tinha dois laterais, o Eduardo, ex-Fluminense, e o Paulo César, ex-Grêmio. Mas conseguiu logo conquistar a condição de titular. O lateral esquerdo Nonato faz parte da história do Cruzeiro. Titular do time por 7 anos, este potiguar de Mossoró tem em seu currículo 14 títulos com a camisa do Cruzeiro, entre conquistas regionais, nacionais e internacionais. Em todas as finais, a honra de levantar a taça era dele, ídolo e capitão do time. Cruzeiro * Copa Libertadores da América: 1997 * Flag of Mercosur (Portuguese).svg Supercopa Libertadores: 1991 e 1992 * Flag of Mercosur (Portuguese).svg Copa Ouro: 1995 * Flag of Mercosur (Portuguese).svg Copa Master Supercopa: 1995 * Flag of Brazil.svg Copa do Brasil: 1993 e 1996 * Minas Gerais Campeonato Mineiro: 1992, 1994, 1996 e 1997 * Minas Gerais Copa dos Campeões Mineiros: 1991 * Torneio Governador Eduardo Azeredo: 1995 * Copa do Imperador: 1996

Rogério Lourenço




Rogério Moraes Lourenço, mais conhecido como Rogério Lourenço (Rio de Janeiro, 20 de março de 1971), é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como zagueiro. Atualmente está comandando as seleção sub-20 da Arábia Saudita. Índice [esconder] * 1 Carreira o 1.1 Treinador + 1.1.1 Flamengo + 1.1.2 Bahia + 1.1.3 Arábia Saudita * 2 Títulos o 2.1 Como jogador o 2.2 Como treinador * 3 Referências * 4 Ligações externas [editar] Carreira Rogério Lourenço começou sua trajetória no futebol atuando na escolinha do Vasco aos 10 anos de idade, transferindo-se para as categorias de base do Flamengo aos 13 anos de idade. Passado algum tempo, não demorou muito para que Rogério Lourenço se tornasse titular da zaga do Flamengo, em virtude da saída de importantes jogadores do clube. Em 1989, ainda como júnior, disputou o Mundial Sub-20, juntamente com Leonardo, Carlos Germano e Roger. Fez parte ainda da geração rubro-negra, campeã da Copa São Paulo de Juniores, em 1990, que contava com Júnior Baiano, Piá, Paulo Nunes e Djalminha. Como profissional, defendeu o Flamengo, entre 1988 e 1994, tendo participado, ativamente, das conquistas da Copa do Brasil de 1990 e do Campeonato Brasileiro de 1992. Rogério Lourenço vestiu a camisa rubro-negra em 282 oportunidades, tendo marcado 27 gols, o que credencia-o como um grande zagueiro-artilheiro da história do clube. Depois que deixou o Flamengo, jogou pelo Cruzeiro - aonde foi campeão da Taça Libertadores da América - e também pelo Guarani além do Paraná. Em 1999, disputou a Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro, vestindo a camisa do Fluminense. Rogério Lourenço ainda chegou a atuar profissionalmente no Vasco, em 1996, atuando em 10 jogos e marcando 1 gol pelo clube. Já em final de carreira, entre 2000 e 2001, Rogério Lourenço teve uma segunda passagem pelo Flamengo, sem muito sucesso. Encerrou a carreira, em 2003, jogando pelo Vila Nova, de Goiás. [editar] Treinador [editar] Flamengo Em 2007, Rogério Lourenço passou a trabalhar como técnico das divisões de base do Flamengo. Em 2009, assumiu a Seleção Brasileira Sub-20 aonde foi campeão do Campeonato Sul-Americano da categoria e vice do Campeonato Mundial da categoria. Em 2010, começou a trabalhar nos profissionais do Flamengo, como auxiliar de Andrade. Após a demissão de Andrade, assumiu interinamente e depois de dois jogos, foi efetivado como treinador.[2] Foi demitido no dia 26 de agosto de 2010 do Flamengo, por pressão da torcida.[3] [editar] Bahia Em 7 de dezembro de 2010, foi anunciado como treinador do Bahia para a temporada 2011 em substituição a Márcio Araújo, que deixou a equipe. Rogério Lourenço iria dirigir o Bahia no retorno à série A do Brasileirão, após sete anos.[4] Mas em 7 de fevereiro de 2011, após uma derrota de 3x0 para o arquirrival Vitória que deixou o Tricolor de Aço na quinta colocação do Campeonato Baiano, Rogério foi demitido. [editar] Arábia Saudita No dia 21 de junho de 2011, após procurar por outros teinadores, a Federação Saudita nomeou Rogério como diretor técnico e de treinador da seleção Sub-20. além de treinar interinamente a seleção principal,[5] mas com a contratação de Frank Rijkaard, ocupa os cargos anteriores. [editar] Títulos [editar] Como jogador Flamengo * Copa São Paulo de Futebol Júnior: 1 (1990) * Taça Guanabara: 3 (1988, 1989 e 2001) * Copa do Brasil: 1 (1990) * Taça Rio: 2 (1991 e 2000) * Campeonato Carioca: 3 (1991, 2000 e 2001) * Campeonato Brasileiro: 1 (1992) * Torneio Libertad: 1 (1993) * Troféu Raul Plasmann: 1 (1993) * Pepsi Cup '94: 1 (1994) * Copa dos Campeões: 1 (2001) * Copa Rio: 1 (1991) * Campeonato Capital: 2 (1991 e 1993) * Troféu Colombino: 1 (1988) * Copa Kirin: 1 (1988) * Copa Porto de Hamburgo: 1 (1989) * Torneio de Verão de Nova Friburgo: 1 (1990) * Copa Marlboro: 1 (1990) * Torneio See: 1 (1994) * Torneio Quadrangular de Verginha: 1 (1990) * Troféu Clássico das Multidões: 1 (1989) * Troféu Seis Anos da Rede Manchete de Televisão: (1989) * Troféu São Sebastião do Rio de Janeiro: 1 (2000) * Taça Governador Jader Ribeiro: 1 (1988) * Taça Associação dos Cronistas Esportivos de Sergipe: 1 (1990) * Copa Sharp: 1 (1990) * Troféu Eco-92: 1 (1992) * Troféu Brahma de Campeões: 1 (1992) * Copa Pepsi: 1 (1994) Cruzeiro * Campeonato Mineiro: 3 (1994, 1996 e 1997) * Copa do Brasil: 1 (1996) * Taça Libertadores da América: 1 (1997) * Copa Ouro: 1 (1995) * Copa Master da Supercopa: 1 (1995) Fluminense * Terceira Divisão Campeonato Brasileiro: 1 (1999) [editar] Como treinador Seleção Brasileira * Copa Sendai Sul-19: 1 (2008) * Campeonato Sul-Americano Sub-20: 1 (2009)

Célio Lúcio

Em 1998, Célio Lúcio foi vendido pelo Cruzeiro ao Sporting Braga-POR de Portugal


Nome Completo: Célio Lúcio da Costa Quarto
Posição: Zagueiro
Data de nascimento: 11/02/1971, Cajuri MG
Clubes que defendeu:1991–1997 Cruzeiro, Palmeiras, Portugal Sporting de Braga, Coritiba, Rio Branco-SP, América Mineiro, Betim, Olympic, União Rondonópolis
Período no Cruzeiro: 1991-1997
Como técnico dirigiu o clube interinamente no jogo Cruzeiro 0x0 Juventude em 16/10/2020

Links









CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1996 - Em pé: Nonato, Donizetti, Célio Lúcio, Vítor, Willian Andem e Gilmar; Agachados: Cleisson, Ricardinho, Marcelo Ramos, Palhinha e Aílton Crédito: Arquivo Placar



CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1992 - Em pé: Paulo Roberto Costa, Paulo César, Célio Lúcio, Ademir, Luizinho e Nonato; Agachados: Betinho, Boaideiro, Renato Gaúcho, Luís Fernando e Roberto Gaúcho / Crédito: Arquivo Placar

Vitor (Claudemir Vitor)



18/06/2016: Vítor lembra título do Cruzeiro em 1996 com carinho: 'Experiência incrível. BH incendiou'

Claudemir Vítor Marques, mais conhecido como Vítor (Mogi Guaçu, 28 de setembro de 1972), é um ex-futebolista brasileiro.[1] É o jogador brasileiro que participou de mais conquistas de Libertadores, com quatro, defendendo São Paulo, Cruzeiro e Vasco.[2] A principal característica de Vítor era sua velocidade.[3] Ele surgiu no São Paulo pouco depois de Cafu, também lateral-direito. Com dois jovens promissores para a mesma posição, Cafu acabaria deslocado para a meia direita.[3] Vítor marcou um dos cinco gols são-paulinos na goleada por 5 a 1 sobre a Universidad Católica, do Chile, na primeira partida da decisão da Libertadores de 1993. Essa época coincidiu com uma grande fase em sua carreira, incluindo suas duas única partidas com a camisa da seleção brasileira, em novembro de 1992, contra a Polônia, e em maro de 1993, contra o Uruguai. Pouco depois foi emprestado ao Real Madrid, que só o teria aceitado por não conseguir trazer Cafu. Anos mais tarde, a imprensa que cobre o clube madridista consideraria Vítor a quinta pior contratação da história do clube.[2] O próprio Vítor admite que não passou por boa fase na Espanha. Em entrevista ao Uol Esporte em 2011 declarou: "Eu estava muito bem no São Paulo e fui para o Real. Cheguei lá no início da temporada deles. Colocaram-me para fazer só treino físico. Mas eu já estava voando. Isso me prejudicou. Eu entendo que foi o momento errado de ir para o Real. Fiz poucos jogos, sofri lesão e praticamente não teve ninguém para me tratar. Me recordo de fazer sozinho exercício de recuperação na academia sem nenhum médico do clube por perto. O Cerezo tinha até me aconselhado: 'Fica até o fim do ano no São Paulo e vai para o Real só depois.' Mas não me arrependo. Foi muito positivo para mim."[2] Menos de seis meses depois estava de volta ao Morumbi, onde disputou a temporada de 1994, mas no início do ano seguinte foi emprestado ao Corinthians, aonde foi saudado por causa da semelhança física com o ex-lateral-direito corintiano Zé Maria.[4] No Parque São Jorge conquistou os títulos paulista e da Copa do Brasil daquele ano.[4] De lá foi para o Cruzeiro, onde sagrou-se campeão da Libertadores de 1997. No ano seguinte, em novo clube, o Vasco, novamente foi campeão da Libertadores. Ficou marcado com a torcida vascaína pelo drible que levou de Raúl, do Real Madrid, no lance gol que deu aos espanhóis o título do Mundial Interclubes. Acabou voltando ao Cruzeiro na temporada seguinte. Depois de uma passagem pelo Botafogo em 2000 e de uma temporada no Kocaelispor, da Turquia, nos seus últimos anos de carreira Vítor atuou em times menores, como Inter de Limeira, Osasco, Ceará, Mogi Mirim, Juventus e Primavera. Seu último clube foi o Guaçuano, equipe de sua cidade natal, onde encerrou sua carreira, em 2010, quando seu contrato não foi renovado. Depois de parar de jogar, Vítor passou a trabalhar em projetos sociais voltados a crianças carentes da cidade de Artur Nogueira, no interior do estado de São Paulo.[5] [editar] Títulos São Paulo * Campeão Paulista - 1991, 1992 * Campeão Brasileiro - 1991 * Campeão da Libertadores da América - 1992, 1993 * Campeão do Mundial de Clubes - 1992 * Campeão da Recopa Sul-Americana - 1994 Corinthians * Campeão Paulista - 1995 * Campeão da Copa do Brasil - 1995 Cruzeiro * Campeão Mineiro - 1996, 1997 * Campeão da Copa do Brasil - 1996 * Campeão da Libertadores da América - 1997 Vasco da Gama * Campeão da Libertadores da América - 1998 * Campeão Carioca - 1998

Vitor (Cícero Vitor)



Nome completo: Cícero Vítor dos Santos Júnior
Posição: Lateral-direito
Nascimento: 29/07/1982 - Delmiro Gouveira (AL)
Altura: 1,72m
Período no Cruzeiro: 2011

Jogos pelo Cruzeiro
2011(20)
27/04/2011: Once Caldas  - 1X2 Cruzeiro
04/06/2011: Fluminense 2x1 Cruzeiro
11/06/2011: Cruzeiro 1x1 Santos
29/09/2011: Vasco 0x3 Cruzeiro
06/07/2011: Cruzeiro 2X0 Grêmio
09/07/2011: São Paulo 2X1 Cruzeiro
17/07/2011: Cruzeiro 2X1 Bahia
24/07/2011: Corinthians 0x1 Cruzeiro
13/08/2011: Cruzeiro 5X0 Avaí
10 17/08/2011/. Atléitco - PR 2X1 Cruzeiro
11 20/08/2011: Cruzeiro 1X0 Ceará
12 28/08/2011: Atlético - MG 1X2 Cruzeiro
13 25/09/2011: Cruzeiro 0 X 3 Vasco
14 02/10/2011: Grêmio 2X0 Cruzeiro
15 05/10/2011: Cruzeiro 3X3 São Paulo
16 12/10/2011: Bahia 0 X 0 Cruzeiro
17 16/10/2011: Cruzeiro 0 X 1 Corinthians
18 23/10/2011: Cruzeiro 3x2 Atlético-GO
19 13/11/2011: Cruzeiro 1x0 Internacional
20 16/11/2011: Avaí 0x0 Cruzeiro

quarta-feira, 28 de março de 2012

Sorin



Nome Completo: Juan Pablo Sorín 
Nascimento: Buenos Aires, 5 de maio de 1976
Posição: Lateral esquerdo
Período no Cruzeiro: 2000-2002; 2004; 2009

Links relevantes
08/09/2016: Sorín publica foto ao lado de Ábila após vitória do Cruzeiro no Independência: "Orgulho argento"
Carta à Torcida Celeste
Obrigado Sorín
Rlembrando Sorin
Sorin provoca reações de emoção
Despedida de Sorin



Sorin provoca reações de emoção, incredulidade e choro após solenidade em Montes Claros


Extraído do blog do Chico Maia


Num gesto gentil, discreto e rápido, Sorin impediu que o rapaz, com os olhos cheios de lágrimas, se ajoelhasse. O jovem tremia, chorava e dizia não estar acreditando naquilo que estava vivendo naquele momento.
A cena fez lembrar os antigos filmes épicos que narram passagens bíblicas, por onde Jesus Cristo passava ou algum futuro canonizado se convertia ao cristianismo.
Sim senhores, eu vi isso, a menos de dois metros de mim, junto de mais uma dezena de testemunhas que foram se transformando em centenas, à medida que as pessoas ficavam sabendo que o craque argentino, ídolo do Cruzeiro estava ali, jantando, em uma churrascaria de Montes Claros.
Até Raul Plasman ficou tocado pela cena. Não por ser novidade, já que ele próprio já foi alvo de cenas semelhantes, nos anos 1960/70/80, mas pelo fato do futebol brasileiro ter cada vez menos ídolos que provoquem reações como essas; Minas principalmente.
A última vez que vi isso o alvo foi o atleticano Reinaldo, no início dos anos 1980.
Importante ressaltar o carinho e boa vontade do ex-lateral cruzeirense com este e todos os torcedores que o abordaram, em todos os lugares da cidade.
Dono de um carisma raro, Sorin é sabedor da importância e responsabilidade de um ídolo eterno como ele, em ser paciente e gentil com o público. Grande ser humano!
O ex-atacante Euller estava na mesma mesa e certamente vai levar mais essa história para discussão no curso de Psicologia no Esporte, que está fazendo em São Paulo, na sua preparação para se tornar treinador ou executivo do futebol em futuro próximo.
Este fato ocorreu por volta da meia noite dessa terça para quarta-feira, durante a confraternização entre os organizadores e convidados do “Troféu Bola”, em sua 10ª edição, uma promoção exemplar realizada anualmente, que premia os destaques do esporte do Norte de Minas, em todas as categorias, modalidades e funções. Criada pelo ex-jogador Denarte D’Ávila, realizada por ele e pela Unimontes, com a fundamental ajuda da imprensa de Montes Claros e região.
O mais interessante é que são homenageados, de jovens promessas em algum esporte, de 10 anos de idade, a guerreiros que já cumpriram sua missão na prática ou ensino do esporte, e que hoje são lembrados como exemplos. Uma senhora, na faixa dos 90 anos, torcedora símbolo do Ateneu, recebeu o seu troféu, sentada em sua cadeira de rodas, aplaudida por mais de mil pessoas que lotavam o salão do Automóvel Clube da cidade. Foi colaboradora do clube, décadas passadas, lavando o uniforme alvinegro.
Volto à lembrança da cena com o Sorin, para realçar a importância e o perigo que o futebol representa. Ao mesmo tempo que é paixão cega; costuma ser pano de fundo para marginais se juntarem em gangs e promoverem badernas e mortes como temos visto de forma crescente em todos os estados do Brasil.
Um problema mal conduzido por autoridades e imprensa, que insistimos em chamar essas gangs, de “torcidas organizadas”.
COMSORIN
Na confratenização após a entrega do Troféu Bola Cheia, da esquerda para a direita, jornalistas Leo Maciel e Christiano Jilvan, Sorin, Euller, CM e o também jornalista e radialista Rubem Ribeiro, o “Rubão”.
DONA_Z~1
Outro campeão de simpatia, o ex-goleiro Raul, entregando o Troféu Bola Cheia à D. Zu, torcedora símbolo do futsal de Moc, em foto do blog do jornalista e professor de Educação Física Heberth Halley.
Um dos momentos mais marcantes da festa: D. Albertina, torcedora símbolo do Ateneu, recebendo a sua homenagem das mãos do Sorin. De pé, à direita, Denarte D”Avila, o grande idealizador do Troféu Bola Cheia.
Dona Albertina
* Mais detalhes e mais fotos no: http://bolaprafrentemoc.blogspot.com.br/2012/03/noite-de-gala-na-10-edicao-do-trofeu.html

Biografia Sorin



Juan Pablo Sorín (Buenos Aires, 5 de maio de 1976) é um ex-futebolista argentino, seu último clube foi o Cruzeiro.Atualmente atua como comentarista,do Campeonato Argentino,nos canais Espn.

Ele tinha um estilo excêntrico de jogo, e, apesar de jogar numa posição defensiva, geralmente aparecia no ataque, marcando vários gols como um verdadeiro elemento surpresa.

Juampi, como ele é conhecido na Argentina, começou sua carreira no Argentinos Juniors. Ele jogou a primeira vez na equipe em 1994 e em 1995-96 depois que ele conquistou o Campeonato Mundial Sub-20 pela Seleção Argentina. No segundo semestre de 1995 foi comprado pela Juventus da Itália, mas ele não se enquadrava na equipe tão logo retornou à Argentina.

No segundo semestre de 1996, Sorín jogou pelo River Plate, onde viveu um dos melhores momentos de sua carreira, conquistando três campeonatos Torneios Apertura (1996, 1997 e 1999), um campeonato Clausura (1997), uma Taça Libertadores da América de 1996 e uma Supercopa Libertadores de 1997.

Em 2000, ele foi transferido para Cruzeiro, do Brasil. Ele jogou por duas temporadas e meia, vencendo uma Copa do Brasil e se tornando um grande ídolo do clube.

Depois de uma temporada e meia no Lazio da Itália, Sorín foi emprestado ao FC Barcelona, devido a problemas financeiros do clube italiano. Ele fez sua estréia pelo FC Barcelona no campeonato espanhol, em 9 de fevereiro de 2003. O jogo foi entre FC Barcelona e Atlético de Madrid empatando em 2 a 2.

Depois de uma temporada bem sucedida , deixou o Camp Nou, no Verão de 2003 e mudou-se para França, emprestado ao Paris Saint-Germain, vencendo a Copa da França.

No fim ainda de 2003, ele retornou ao Cruzeiro, por empréstimo e posteriormente transferiu-se para o Villarreal da Espanha. Sorín foi uma das importantes peças do Villarreal, ajudando a atingir as semi-finais da Liga dos Campeões, onde foram eliminados pelo Arsenal FC.

Após a Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, Sorín foi disputado pelo Portsmouth, Bolton Wanderers e Newcastle United, mas acabou assinando com o Hamburgo SV. Após dois anos com o clube alemão e apenas 24 aparições por causa de lesões, quando o seu contrato expirou em 15 de julho de 2008, retornou ao Cruzeiro em 29 de agosto de 2008, na sua terceira passagem pelo clube mineiro. Onde ele fez sua recuperação e voltou a jogar.

Na partida Cruzeiro 4 x 1 Portuguesa, partida válida pela ultima rodada do campeonato Brasileiro de 2008, Sorín demostrou mais uma vez seu amor pelo clube e pela torcida. Antes do início da partida o jogador foi até a arquibancada e como um fanático torcedor do clube vibrou com todos os que estavam presentes ali no estádio do mineirão.

Em primeiro de Março de 2009, Sorín voltou a vestir a camisa celeste em uma partida oficial. Contra o Ituiutaba, pelo Campeonato Mineiro, Sorín jogou todo o primeiro tempo e foi substituído no começo do segundo. Juampi foi ovacionado pelos torcedores presentes no Mineirão, e mostrou toda a raça que o tornou um dos maiores ídolos da história recente do Cruzeiro.

Em 28 de julho de 2009, aos 33 anos, Sorín anunciou o fim de sua carreira profissional. Admitindo não conseguir mais se recuperar de uma lesão que vem se arrastando há anos, Juampi, como é carinhosamente chamado, despediu-se do futebol no time que, em suas próprias palavras, é o seu time do coração: o Cruzeiro Esporte Clube.[1]

No dia 04 de novembro de 2009, num dia de muita festa[2], Sorín fez o seu último jogo encerrando sua carreira como jogador de futebol no Cruzeiro. Jogou a primeira etapa do amistoso pelo Cruzeiro, seu último clube, e parte do segundo tempo pelo Argentino Juniors, que foi seu primeiro clube profissional. Ainda na segunda etapa, voltou a vestir a camisa do Cruzeiro que ganhou por 2 a 1.



Títulos

 Juventus

River Plate

[ Cruzeiro

[editar] Paris Saint-Germain

Seleção Argentina

Odair

Nome: Odair Darc Braga
Data de nascimento: 15/10/1973
Local de nascimento Montes Claros
Altura: 1,87
 Posição:zagueiro
Clubes: 2008-2010 Funorte, 2008 Mineiros, 2007 Araxá, 2007- Uberlândia, 2003-2006 Penafiel, 2002-2003 Belenenses, 1998-2002- Braga, 1997- 1998 Cruzeiro, 1996 Atlético-MG, 1995- Democrata-GV.

Links relevantes
01/03/199: Gol de Odair contra o Ipiranga de Manhuaçu
18/06/2014: Ex-jogadores mineiros dividem torcida por Grécia e Portugal

sexta-feira, 23 de março de 2012

Sérgio Guedes



Sérgio

Ivanílton Sérgio Guedes

Rio Claro – SP

* 07/11/1962

Goleiro

Arqueiro de excelente impulsão e boa colocação. Entre 1990 e 1991, disputou seis partidas com a camisa da Seleção Brasileira. Chegou ao Cruzeiro no segundo semestre de 1993, para a disputa do Brasileirão. Assumiu o gol do time na quarta rodada e permaneceu até o fim da competição. Na disputa da Recopa Sulamericana contra o São Paulo, não conseguiu ajudar a equipe na disputa de pênaltis, e o título foi para o time do Morumbi. Ficou na Toca da Raposa até o dezembro de 1993 e, ao todo, vestiu a camisa um por 17 vezes. Após encerrar a carreira, virou técnico. Atualmente, treina o Americana, que faz boa campanha na Série B.

Outros clubes: Araçatuba; Ponte Preta; Santos; Goiás; Internacional; Botafogo-SP; Lousano Paulista; São José-RS; Coritiba; América-SP; Sãocarlense-SP.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Charles Fernando




Nome: Charles Fernando Basílio da Silva
Data de nascimento: 14 de fevereiro de 1985 (27 anos)
Local de nascimento: Rio de Janeiro-RJ
Altura: 1,75 m
Peso: 73 kg
Posição: Volante
Período no Cruzeiro (2005-2008), 2012-2015

Links
05/08/2012: Charles chora ao ser vaiado pela torcida
Charles, o leão, está de volta
Volta de Charles ao Cruzeiro

terça-feira, 20 de março de 2012

Cláudio Caçapa




Cláudio Roberto da Silva
Data de Nascimento: 29 de maio de 1976
Local: Lavras (MG)
Zagueiro
Período no Cruzeiro: 2009-2010

segunda-feira, 19 de março de 2012

Nivaldo



Nivaldo hoje trabalha em uma Lavanderia
Contusão de Nivaldo.



Nivaldo o ponta goleador da Copa do Brasil de 1993



Por Henrique Ribeiro - Extraído do blog Almanaque do Cruzeiro

Nivaldo era um ponta direita rápido e chegou ao Cruzeiro no início de 1993, juntamente com o ponta esquerda Éder, como um dos reforços para a Copa do Brasil. Ele veio com o cartaz de goleador máximo do Campeonato Pernambucano de 1992 com 22 gols marcados, além de ter sido o autor do gol mais rápido da história do Campeonato Brasileiro, quando balançou as redes do Atlético-MG, na vitória por 3 a 2, no estádio dos Aflitos, em 18 de outubro de 1989, aos 8 segundos de jogo.

Nivaldo jogou na época em que o Náutico formou um time modesto, mas surpreendente, que contava com bons jogadores como Cafezinho, Barros, Lucio Surubim, Augusto, Bizu, Fagundes e Freitas. O time era praticamente imbatível em seu estádio, o Aflitos, e os grandes clubes do sul e sudeste do país quando iam a Recife costumavam voltar derrotados e, às vezes, até goleados.

O Cruzeiro pagou 100 mil cruzados ao Nautico, em 10 de fevereiro de 1993, para ter Nivaldo. Assim que chegou assumiu a camisa 7 titular que, no ano anterior, havia sido de Betinho nas campanhas dos títulos da Supercopa e do Estadual. Nivaldo não era habilidoso. Seus erros de passes fizeram com que a torcida pegasse no seu pé em algumas partidas, mas era oportunista e não brincava na cara do gol. Mandava a bola pras redes do jeito que vinha.

Mesmo marcando gols acabou perdeu a posição a partir da fase semifinal da Copa do Brasil para Edenilson Pateta, que veio do América-RJ. No entanto, Nivaldo participou como titular em quase toda a campanha da Copa do Brasil, que foi o título mais expressivo de toda a sua carreira.

O seu problema com o alcoolismo o levou a fazer parte da lista de dispensáveis. Em 1995 foi emprestado ao Botafogo-PB e, em 28 de agosto de 1996, teve seu contrato rescindido. Ao todo atuou em 31 partidas e marcou 10 gols com a camisa cruzeirense. Foi assim que o pontinha goleador da campanha do título da Copa do Brasil de 1993 encerrou de forma melancólica a sua passagem pelo clube da constelação.

Todos os jogos e Gos de Nivaldo pelo Cruzeiro:

16/02/1993 - 5 X 1 América (RJ)
Amistoso – Mineirão
28/02/1993 - 2 X 1 Unaí
Amistoso - Rio Preto (Unaí, MG)
06/03/1993 - 3 X 0 Minas (S. J. Del Rey)
Amistoso - João Lombardi (S. J. Del Rey, MG)
08/03/1993 - 0 X 1 Grêmio
Amistoso - Olímpico (Porto Alegre, RS)
09/03/1993 - 2 X 1 Brasil (RS)
Amistoso - Bento de Freitas (Pelotas, RS)
16/03/1993 - 1 X 1 Desportiva (ES)
Copa do Brasil - Engo. Araripe (Cariacica, ES)
21/03/1993 - 5 X 0 Seleção de João Monlevade
Amistoso - Louis Ensch (João Monlevade, MG)
23/03/1993 - 5 X 0 Desportiva (ES) - marcou 2 gols
Copa do Brasil - Mineirão
28/03/1993 - 2 X 0 Uberlândia - marcou 2 gols
Campeonato Mineiro - Mineirão
04/04/1993 - 4 X 1 Caldense - marcou 1 gol
Campeonato Mineiro - Mineirão
06/04/1993 - 0 X 1 Náutico
Copa do Brasil - Aflitos (Recife, PE)
10/04/1993 - 3 X 2 Ipiranga - marcou 2 gols
Campeonato Mineiro - JK (Manhuaçú, MG)
13/04/1993 - 2 X 0 Náutico - marcou 1 gol
Copa do Brasil - Mineirão
18/04/1993 - 2 X 1 Atlético
Campeonato Mineiro - Mineirão
25/04/1993 - 0 X 0 Araxá
Campeonato Mineiro - Fausto Alvim (Araxá, MG)
29/04/1993 - 3 X 0 Ideal
Amistoso - Lamegão (Ipatinga, MG)
02/05/1993 - 1 X 3 América
Campeonato Mineiro - Mineirão
04/05/1993 - 2 X 1 São Paulo
Copa do Brasil - Morumbi (São Paulo, SP)
08/05/1993 - 6 X 1 Ipiranga (Manhuaçú)
Campeonato Mineiro - Mineirão
11/05/1993 - 2 X 2 São Paulo
Copa do Brasil - Mineirão
16/05/1993 - 2 X 2 Uberlândia
Campeonato Mineiro - Parque do Sabiá (Uberlândia, MG)
23/05/1993 - 0 X 1 América
Campeonato Mineiro - Mineirão
25/05/1993 - 1 X 0 Caldense
Campeonato Mineiro - Ronaldão (Poços de Caldas, MG)
27/05/1993 - 1 X 1 Vasco
Copa do Brasil - Maracanã (Rio de Janeiro, RJ)
13/06/1993 - 0 X 1 Atlético
Campeonato Mineiro - Mineirão
16/06/1993 - 0 X 0 América
Campeonato Mineiro - Mineirão
19/06/1993 - 3 X 0 Democrata-GV - marcou 1 gol
Campeonato Mineiro - Mineirão
28/07/1993 - 2 X 1 Atlético - marcou 1 gol
Amistoso - Mineirão
03/08/1993 - 1 X 1 Benfica (POR)
Amistoso - Luz (Lisboa, Portugal)
05/08/1993 - 2 X 0 Belenenses (POR)
Amistoso - Restelo (Lisboa, Portugal)
07/08/1993 - 3 X 0 Peñarol (URU)
Amistoso - Antas (Porto, Portugal)

Paulo César Borges




Nome Completo: Paulo César Borges
Data de Nascimento: 06/03/1960 Fronteira, MG
Altura: 1,81
Clubes que defendeu: Marília, América RP, Sport, América RP, Catanduvense, Bragantino, Cruzeiro, Portuguesa, Flamengo, Guarani, Atlético Mineiro, Cruzeiro, AE Araçatuba


Links relevantes

sábado, 17 de março de 2012

Joãozinho




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É um monstro esse Joãozinho!
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07/03/1976: gol de Joãozinho contra o Inter 1976 4x3
1981: Joãzoinho volta a jogar depois de contusão séria
Entrevista

João Soares de Almeida Filho, mais conhecido como Joãozinho O bailarino da toca (Belo Horizonte, 15 de fevereiro de 1954), é um ex-futebolista brasileiro, na posição de ponta-esquerda, é um dos maiores ídolos da torcida cruzeirense.
O jogador surgiu para o futebol no Cruzeiro, onde passou a maior parte da sua carreira. O momento de maior brilho do jogador foi na final da Taça Libertadores da América de 1976, quando nos momentos finais da partida contra o River Plate, Nelinho e Piazza discutiam para ver qual dos dois cobraria uma falta da entrada da área. Quando Nelinho virou-se para tomar distância e cobrar a falta, Joãozinho foi mais esperto e cobrou a falta no ângulo do goleiro adversário, marcando o terceiro gol do time mineiro, que sagrou-se campeão. Joãozinho era reconhecido por sua grande habilidade, sendo chamado também de Bailarino.
Disputou 482 jogos com a camisa celeste e marcou 116 gols e pode se orgulhar de ser o sétimo jogador que mais vestiu a camisa celeste e décimo primeiro maior artilheiro.

Cruzeiro
Internacional
Palmeiras
Coritiba
Atlético-PR

Cruzeiro
Taça Libertadores da América: 1976
Campeonato Mineiro : 1973, 1974, 1975, 1977 e 1984
Taça Minas Gerais 1973 e 1984

Internacional
Campeonato Gaúcho: 1982 e 1983
[editar]Títulos pessoais

Bola de Prata da Revista Placar: 1979
CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1984 - Em pé: Douglas, Geraldão, Aylton, Carlos Alberto, Luiz Cosme e Vítor; Agachados: Carlinhos, Tostão, Eduardo, Carlos Alberto Seixas e Joãozinho.
Crédito: Arquivo Placar

terça-feira, 13 de março de 2012

Luiz Fernando Flores



CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1992 - Em pé: Paulo Roberto Costa, Paulo César, Célio Lúcio, Ademir, Luizinho e Nonato; Agachados: Betinho, Boaideiro, Renato Gaúcho, Luís Fernando e Roberto Gaúcho / Crédito: Arquivo Placar





Links relvantes
19/03/20: Luis Fernando volta ao Cruzeiro
03/08/1993: gol de Luiz Fernando contra o Benfica

Luiz Fernando Rosa Flores
Meia, 22/02/1964 – 1,70 68 kg
Bagé, RS
Clubes: Guarani de Bagé 1980, Carazinho RS 1981/1982, Inter- SM 1983/1984, Botafogo PB 1985, Caxias 1985/1986, Internacional RS 1986/1989, Bahia 1989. Contratado pelo Cruzeiro em 1989 e emprestado ao Marítimo de Portugal 1994. Campeão Mineiro 1990/1992/1994, Supercopa 1991 e 1992 e Copa do Brasil 1993.

Harlei



Harlei Menezes Silva
Goleiro, 30/03/1972, 1,81 76 kg
Nasceu em Belo Horizonte
Profissionalizou-se em 1992


Links

16/08/2016: Saem experientes, entram jovens; exemplos de goleiros que encararam pressão no Cruzeiro

Zelão





Wanderson Luiz de Oliveira
20/01/1971, Belo Horizonte
1,73 m 73 kg

Por onde anda: Zelão!
Nascido em 20/01/1972, em Belo Horizonte (MG), Wanderson Luiz de Oliveira foi um zagueiro/lateral direito formado nas categorias de base do Cruzeiro, onde chegou a fazer parte do grupo da Seleção Brasileira Olímpica entre 1991 a 1992.

Pela Seleção Brasileira Olímpica Zelão participou de dois jogos: uma derrota para a Argentina (2 a 1, em 04/12/1991) e uma vitória contra os EUA (3 a 0, em 22/01/1992).

Zelão chegou ao Avaí em 1999, onde teve uma rápida e tumultuada passagem, sendo dispensado por indisciplina. Segundo o jornal A Notícia, Zelão e o meia Murilo (por onde anda) foram dispensados por se negarem a jantar com os demais jogadores preferindo continuar fazendo sauna nas dependências do hotel onde estavam hospedados.

Atualmente com 38 anos, Zelão está aposentado do futebol, mora com a família em Belo Horizonte, trabalha no Ferro Velho do João e participa de campeonatos amadores pelo Teuto Esporte Clube.

Ficha (Incompleta) do Jogador:

1984-1997 - Cruzeiro-MG
? - Guarani-SP
? - Ponte Preta-SP
? - Santa Cruz-PE
1999 - Avaí



Fonte Fonte: Site Memória Avaiana




http://books.google.com.br/books?id=yDMH_QFghtYC&pg=PA63&lpg=PA63&dq=Zel%C3%A3o+cruzeiro+1997&source=bl&ots=1SMMtcj0TI&sig=PVOa6eRvrxqHAXcM5zgc_HrErxw&hl=pt-BR&sa=X&ei=cNNfT6f7AonV0QHQ4bGJBw&redir_esc=y#v=onepage&q=Zel%C3%A3o%20cruzeiro%201997&f=false

Reinaldo Rosa



12/03/1998: Gol de Reinaldo contra o Montes Claros


Reinaldo Rosa dos Santos
Posição: Centroavante
Data de Nascimento: 01/07/1976
Cidade: Belo Horizonte-MG

Sua carreira:
Categoria de Base: Venda Nova-MG e ATLÉTICO (...1993).
Profissional: ATLÉTICO (1993-1995); Anderlecht-BEL; Palmeiras-SP; Verona-ITA; Cruzeiro-MG; Paraná-PR; Botafogo-RJ; ATLÉTICO (1998); Bragantino-SP; Portuguesa-SP; Ponte Preta-SP; Internacional-SP; Ceará-CE; Atlético-PR; Bragantino-SP; Al Hilal-ARS; Rio Branco-SP; Gama-DF; Sport-PE; Al Arabi-QAT; Ipatinga-MG; Joinville-SC; América-RN; Ceilândia-DF; Bahia-BA e Vila Nova-GO.

O Primeiro rival do Fenômeno

O ano era 1993 e o futebol mineiro vivia um período relativamente turbulento no cenário nacional. O Cruzeiro, após o bicampeonato da Supercopa da Libertadores, mantinha grande parte do elenco e subia poucos jogadores da base, casos de Cleisson e Célio Lúcio. O Atlético Mineiro, afundado em dívidas, apostava em nomes como Ryuler, Wiver e Carlos para o Brasileirão. No Campeonato Mineiro, ambos viram a festa do América, que, comandado por Euller, quebrou um jejum de 22 anos sem títulos.

>>> Líderes do Clausura argentina, Vélez, Lanús e Huracán têm jovens como destaques
>>> Desde cedo, Ronaldo já fazia jus ao apelido de Fenômeno

Nesse quadro desapontador surgiam dois goleadores de nomes parecidos, ambos com 17 anos e faro de gol incontestável, que conquistaram as torcidas com muitos gols em um curto espaço de tempo. A pergunta que se fazia na época pode parecer descabida atualmente, mas estava na ponta da língua de todos os que acompanhavam os gigantes mineiros naquele momento; afinal, quem é melhor: Ronaldo ou Reinaldo?

O tempo se encarregou de responder a favor do então cruzeirense, mas não de maneira imediata. Por dois anos, Reinaldo – que depois virou Reinaldo Rosa – foi ídolo da torcida atleticana e, em alguns momentos, ressuscitou o grito de “Rei, rei rei, o Reinaldo é o nosso rei!”, criado em 1977 para homenagear seu xará, um dos maiores ídolos da história atleticana, que teve a carreira abreviada pela fragilidade de seus joelhos.

Na fogueira

Reinaldo era tratado como jóia desde 1990, quando foi artilheiro do Campeonato Mineiro infantil com nove gols. No ano seguinte, repetiu a façanha, dessa vez com 25 tentos. Dois anos depois, subiu aos profissionais do Galo em um momento absolutamente impróprio: no Campeonato Brasileiro de 1993, quando os atleticanos ficaram na última colocação, vencendo apenas uma das 14 partidas jogadas. O Galo só não foi rebaixado na ocasião porque o descenso não era definido por critérios técnicos.

Reinaldo marcou apenas um gol em nove partidas, média desprezível para um centroavante, e viu seu rival marcar 12 gols em 14 partidas. O ano de 1994 começou e, com ele, Ronaldo se afirmava como artilheiro do Campeonato Mineiro com 22 gols, cavando uma vaga na Copa do Mundo, onde foi tetracampeão sem jogar, e sendo vendido para o PSV Eindhoven por 6 milhões de dólares. Paralelamente, Reinaldo se afirmava no ataque de uma equipe ainda claudicante.

Sua sorte começou a mudar no segundo semestre do mesmo ano, logo após a venda de Ronaldo. Em um campeonato de regulamento tão esdrúxulo quanto o anterior, porém diferente, o Galo foi um dos piores times da primeira fase, mas caiu de paraquedas nas quartas-de-final, após ser o segundo colocado de uma repescagem com as oito piores equipes da primeira fase.

O adversário era o Botafogo, que jogava por dois empates. O Galo venceu por 2 a 0 no Mineirão e foi para o Maracanã podendo perder por até um gol de diferença. Reinaldo garantiu a classificação atleticana ao marcar o gol da derrota por 2 a 1. O adversário das semifinais seria o Corinthians, que contava com nomes como os tetracampeões Branco e Viola, as promessas Zé Elias e Souza, além do já ídolo Marcelinho Carioca.

Consagração precoce

A partida de ida, disputada no Mineirão, foi a mais importante de toda a carreira de Reinaldo, que tinha apenas 18 anos na época. A vitória por 3 a 2, diante de mais de 100 mil pessoas, veio com três gols seus, frutos de puro oportunismo. O Corinthians venceu o jogo de volta por 1 a 0 e se classificou para a final, mas a metade alvinegra de Minas tinha a certeza de que um novo ídolo estava surgindo.

A certeza ficou ainda mais forte com a conquista, de ponta a ponta, do Campeonato Mineiro de 1995. Reinaldo foi o artilheiro da competição, com 13 gols, e a convocação para o Mundial Sub-20 do Qatar era óbvia. Porém, o que poderia ser o início de sua afirmação como worldclass se revelou uma grande decepção; o atacante marcou apenas três gols no torneio, todos na estréia da seleção, contra a Síria. Passou em branco nos outros jogos e, embora tenha continuado como titular, causou menos impacto no torneio do que seus companheiros Caio, Denílson e Luizão.

No segundo semestre, Reinaldo foi comprado pelo Parma, mas não foi aproveitado no clube. Seus empréstimos para o Verona e, posteriormente, para o Anderlecht, não foram bem sucedidos, e o atacante estava de volta ao Brasil no início de 1996 para defender o Palmeiras. No Verdão, porém, teve o azar de concorrer com Luizão, Muller e Rivaldo por uma vaga no “ataque dos 100 gols” e assistiu à maioria das partidas do banco de reservas.

Peregrinação

Após a passagem apagada no Parque Antártica, Reinaldo começou a mudar de clube com muita freqüência: nos três anos seguintes, passou por Cruzeiro, Botafogo, voltou ao Atlético Mineiro, foi para o Bragantino e ainda defendeu Portuguesa e Ponte Preta. Ficava pouco tempo nos clubes que defendia, o que impossibilitava uma sequência de jogos como titular das equipes onde atuava.

Nos anos seguintes, o atacante defendeu Ceará, Atlético Paranaense e América-RN, entre outros clubes. Em 2006, ano em que Ronaldo batia o recorde de gols em Copas do Mundo, Reinaldo atuou por Ceilândia e Gama, chegando a disputar a Série B do Brasileirão com a equipe alviverde. Depois disso, o jogador fez uma pausa em sua carreira alegando um motivo muito plausível: estava cansado de tomar calote dos clubes onde jogava.

Às vésperas de completar 33 anos, porém, Reinaldo não se diz aposentado: mantém a forma por conta própria e toca tantã no grupo “Pagode do Rei”, criado e bancado por ele mesmo. Afirma ter recebido proposta de uma equipe do Chipre e pretende jogar mais alguns anos. Enquanto isso, seu antigo concorrente sai das cinzas mais uma vez e, mesmo após várias adversidades, se consagra no Corinthians. Fins absolutamente diferentes para duas carreiras que começaram paralelas e tinham tudo para ser, as duas, bem sucedidas.

Ficha técnica

Nome completo: Reinaldo Rosa dos Santos

Data de nascimento: 01/07/1976

Local de nascimento: Belo Horizonte (Brasil)

Clubes que defendeu: Atlético Mineiro, Anderlecht-BEL, Verona-ITA, Parma-ITA, Palmeiras, Cruzeiro, Bragantino, Portuguesa Ponte Preta, Ceará, Atlético Paranaense, América-RN, Ceilândia e Gama.

Seleções de base que defendeu: Brasil Sub-20

Paulinho McLaren



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Cadê você Paulinho Mclaren?


FICHA TÉCNICA
Nome completo: Paulo César Vieira Rosa
Nascimento: 28 de setembro de 1963, em Igaraçu do Tietê (SP)

Clubes profissionais como jogador: Bandeirante-SP (1981 a 1984); Serra Negra-SP (1985); Sãocarlense-SP (1986); Comercial de Ribeirão Preto-SP (1987); Barretos-SP (1988); Votuporanguense (1988); Atlético-PR (1989); Figueirense (1989); Santos (1989 a 1992); Porto-POR (1992 e 1993); Internacional-RS (1993 e 1994); Portuguesa (1994 e 1995; 1997); Cruzeiro (1995 e 1996); Shonan Bellmare Hiratsuka - JAP (1996); Fluminense (1997); Atlético-MG (1998); Miami Fusion-EUA (1998) e Santa Cruz (1999).

Títulos como jogador: Campeão português (1993); Campeão da Super Taça de Portugal (1993); Campeão gaúcho (1994).

Artilharias: Campeonato Brasileiro (1991) e Copa do Brasil (1994).

O que faz hoje em dia: é treinador de futebol.


Nascido em 28 de setembro de 1963, natural de Igaraçu do Tietê (SP), Paulinho começou a carreira no Bandeirante de Birigui, em 1981. Jogou no Serra Negra em 1985, no Sãocarlense em 1986 onde se projetou, no Comercial de Ribeirão em 1987, no Barretos em 1988, e na Votuporanguense em 1989, antes de chegar a uma grande equipe do cenário brasileiro.
No Atlético, também em 1989, não teve muitas oportunidades e acabou se transferindo para o Figueirense. No time de Florianópolis, Paulinho provou ser um artilheiro, o que chamou a atenção de dirigentes santistas.
Paulinho, que ganhou o apelido de McLaren por causa da equipe de F-1 do piloto brasileiro Ayrton Senna, chegou desacreditado ao Santos, mas aos poucos conquistou a torcida. Chegou a fazer boas duplas no Santos com Serginho Chulapa, Almir (ex-Grêmio) e Guga. Ele foi artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1991.
No final de 1992, Paulinho trocou o Santos pelo Porto, de Portugal. Lá, conquistou dois títulos: campeão português e supercampeão de Portugal, ambos em 1993.
No ano seguinte, o artilheiro voltou ao futebol brasileiro. Contratado pelo Internacional, Paulinho levantou mais uma taça, a do Campeonato Gaúcho de 1994, além de ser artilheiro da Copa do Brasil no mesmo ano. Depois do Inter, Paulinho jogou pela Portuguesa (1994, 1995 e 1997), Cruzeiro (1995 e 1996), Fluminense (1997), Atlético (MG) (1998), Miami Fusion (1998) e encerrou carreira no Santa Cruz, em 1999.
Atualmente, Paulinho McLaren é casado e pai de três filhos, mora em São João da Boa Vista-(SP). Era técnico da categoria de base Sub 17 do Rio Claro, e atualmente assumiu a equipe profissional do Rio Claro. Nas categorias de base do clube, com seu trabalho, formou uma equipe competitiva, e com isso revelou jogadores que estão hoje no Benfica de Portugal, Palmeiras e também na Traffic. Como auxiliar da equipe na série A2 deste ano de 2009, ajudou a equipe no retorno para série A do Paulistão 2010. Graduado em Educação Fisica pela UNIFAE, Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino em São João da Boa Vista-SP, adquiriu conhecimento científico, ferramenta indispensável para profissionais de esportes de alto rendimento. Com uma carreira internacional como atleta, busca realizar uma grande carreira com treinador de futebol, e a julgar pelos seus resultados, poderemos ver um grande treinador num futuro próximo.
Em 2010 e 2011 esteve treinador do Rio Claro, que disputa a série A2 do Campeonato Paulista; e atualmente é treinador do Itapirense que dispura a Série A3 do Campeonato Paulista.
Em 2012 volta ao comando do Rio Claro para série A2 do Campeonato Paulista.
Ainda em 2012, No dia 10 de Março assumiu o comando do União São João depois da saída de Jair Picerni
[editar] Clubes em que jogou
1981-1984: Bandeirante
1985: Serra Negra
1986: Sãocarlense
1987: Comercial
1988: Barretos
1988: Votuporanguense
1989: Atlético Paranaense
1989: Figueirense
1989-1992: Santos
1992-1993: Porto
1993-1994: Internacional
1994-1995: Portuguesa
1995-1996: Cruzeiro
1996: Bellmare Hiratsuka
1997: Portuguesa
1997: Fluminense
1998: Atlético Mineiro
1998: Miami Fusion
1999: Santa Cruz

Fabinho



Fabinho – Fábio Silva de Azevedo
Volante – 12/01/1970
Nasceu no Rio de Janeiro
Jogou no Flamengo 1990/1995, Campeão Carioca 1991, brasileiro 1992, Mineiro 1996/1997, Copa do Brasil 1996, Libertadores 1997.

18/06/2016: Fabinho ainda vibra com o Cruzeiro de 1996: '20 anos depois e ainda estão lembrando da gente'

Ex-Cruzeiro, Fabinho foi exemplar em campo e deixou baladas para o pós-futebol
Antigo camisa 5, campeão da Libertadores de 1997, destacava-se pela correção



Fabinho não vestiu a braçadeira de capitão do Cruzeiro. Mas poderia. Foi volante de perfil destacado pela correção e profissionalismo, características desejáveis para quem postula ser líder de um grupo.

Ele jogou duas temporadas e meia na Toca da Raposa. Fabinho foi decisivo em uma época de fartura de títulos, dentre eles, a Copa Libertadores de 1997. “Foi especial. Tudo foi bom pelo Cruzeiro. Foi a minha melhor fase”, destaca.

O empenho nos treinos e partidas era grande. A cabeça do ex-jogador ficava focada apenas no futebol. “Você não tem fim de semana e nem feriado. O mundo do futebol é muito diferente”, afirma.

Em 1998, Fabinho se transferiu para o Grêmio. Depois, defendeu também o Fluminense, rival do clube que o formou, Flamengo. Aos 33 anos, veio a aposentadoria.

Todos os anos de carreira consumiram a cabeça de Fabinho. Depois de honrar camisas tradicionais do Brasil, clubes como Internacional, Fortaleza e Portuguesa ainda queriam contar com os serviços do camisa 5. Contudo, ele decidiu que era hora de descansar.

“Podia ter jogado até os 35, mas eu cansei”, recorda. O corpo pedia a aposentadoria. No Fluminense, Fabinho sofreu com as lesões. Mas, o fator principal para a tomada de decisão foi o psicológico. A cabeça também queria o descanso.

Arquivo/Estado de Minas
O ex-volante precisava recuperar todos os feriados e finais de semana “perdidos” na marcação dos armadores adversários. Depois de carregar tanta responsabilidade, pensar em juntar dinheiro para o futuro e outras preocupações, chegou a hora de se divertir.

“Queria sair um pouco, ir para a noite, curtir uma balada. Para você ter idéia, até os 33 anos, eu nunca tinha bebido”, conta. “Eu precisava viajar, ver coisas novas, distrair, ir em festas”.

Fabinho acredita que, se tivesse levado a vida do futebol um pouco menos a sério, poderia ter estendido a sua carreira. “Com os amigos eu comento, que, talvez, eu poderia ter chegado até os 35. Se tivesse saído um pouco mais, minha cabeça poderia estar mais descansada”, reflete.

O ex-volante celeste não se arrepende, entretanto, de ter se doado integralmente para o mundo do futebol. “Não me arrependo. Fiz a minha parte e cumpri o meu papel da maneira que deveria ser”.




Entre 1995 e 1997, pelo Cruzeiro

Fabinho conquistou uma Copa do Brasil, dois Estaduais e uma Libertadores com a camisa celeste. Em 1995, ele foi uma das primeiras apostas da “era Perrella”.

O volante foi trocado por Pingo, em uma negociação que também envolveu o zagueiro Gélson Baresi. Ambos eram do Flamengo.

Com a camisa celeste, Fabinho caiu no gosto do torcedor e era considerado um ídolo. Mas um pequeno desgaste com a diretoria o fez rescindir o contrato no início de 1998.

“Em toda negociação, o Cruzeiro me colocava como possível jogador para ser trocado. Era alguém para chegar e eu para ir embora. E eu não queria deixar o Cruzeiro. Só que achamos melhor rescindir depois para evitar desgastes”, explica.

Fabinho, contudo, ressalta que não se sentiu desvalorizado pelos dirigentes celestes da época. “Meu salário era bom. O presidente Perrella era novinho e começou a ganhar tudo com a gente. O relacionamento é muito bom até hoje e o Cruzeiro sempre honrou todos os seus compromissos. Me valorizavam, até porque dentro de campo eu corria muito também”, diz.

Vida pós-futebol

Depois de se aposentar e de aproveitar um pouco da vida, Fabinho não abandonou completamente o futebol. Além de gerenciar imóveis, ele trabalha com o empresário Lébio Ribeiro, que cuida, dentre outros jogadores, da carreira do armador Camilo, do Cruzeiro.

“Fui me achando devargazinho. Aos poucos, você encontra uma nova ocupação”, afirma.

Jogo histórico

Nas quartas de final de 1997, o Cruzeiro se classificou graças a um gol de Fabinho, no estádio Olímpico. “Dominei no peito e dei um chute cruzado de perna esquerda. Foi muito bonito”, recorda. O primeiro jogo havia terminado em 2 a 0 para a Raposa.


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