quarta-feira, 23 de março de 2011

Russo



Russo

Ricardo Soares Florêncio

Recife – PE

* 16/06/1976

Lateral direito

Foi contratado pelo Cruzeiro, junto ao Vitória-BA, na semana em que recebeu a convocação para a Copa Ouro de 1998. Na época, a Copa da França se avizinhava, e Zagallo ainda sofria com a falta de um reserva para Cafú. Russo surgiu, então, como uma boa opção. Sua transferência do Vitória para o Cruzeiro foi vista como um passo à frente na busca do atleta pela vaga entre os 22 do Mundial. Chegou à Toca da Raposa por empréstimo até o final de 1998, com o passe, que pertencia ao Banco Excel, fixado em US$ 4 milhões, acrescido de mais US$ 1 milhão, em caso de convocação para a Copa do Mundo. Na transação, Donizete Oliveira e Donizete Amorim foram, também por empréstimo, para o Vitória-BA. O desempenho do lateral, porém, foi medíocre. Perdeu a vaga de titular para Gustavo logo nos primeiros jogos. Com isso, ficou longe da vaga na Seleção. Insatisfeito, o treinador Levir Culpi liberou-o em julho para o Santos. Encerrou seu ciclo no Clube com apenas 10 partidas realizadas.

Títulos pelo Cruzeiro: Campeonato Mineiro (1998).

Outros clubes: Sport; Vitória; Santos; São Caetano; Vasco, Spartak Moscow (RUS); Central-PE; Brasil de Farroupilhas.

Ramon Menezes



Ramón

Ramón Menezes Hubner

Contagem – MG

* 30/06/1972

Meia

Chegou ao Cruzeiro em 1983 e profissionalizou-se em 1990. Disputou 104 partidas pelo Clube e marcou 19 gols. No entanto, sua carreira deslanchou somente após a saída do Cruzeiro. Pela Seleção Brasileira, disputou a Copa das Confederações de 2001, sob o comando do técnico Leão. Ótimo cobrador de falta, sempre teve na bola parada sua melhor arma. Além disso, era considerado um meia inteligente, que sabia alimentar bem o ataque. Atualmente, está no Joinvile-SC.

Títulos pelo Cruzeiro: Campeonato Mineiro (1990, 1992); Copa do Brasil (1993).

Outros clubes: Bahia; Vitória-BA; Bayer Leverkusen (ALE); Vasco; Atlético-MG; Fluminense; Tokyo Verdy (JAP); Botafogo; Al-Gharafa (QUA); Atlético-PR; Joinvile.

Paulão


Paulão

Paulo César Batista dos Santos

Itambacuri – MG

* 26/03/1967

Zagueiro

Zagueiro firme, era muito bom nas bolas altas. Destacava-se também como cobrador de faltas. Atuando pelo Cruzeiro, chegou à Seleção Brasileira comandada por Paulo Roberto Falcão. Participou, ao lado de Adílson, do jogo comemorativo dos 50 anos de Pelé, no San Siro, em Milão. Fez 114 jogos com a camisa azul antes de se despedir do Clube, no segundo semestre de 1992. Voltou, em 2007, para ser auxiliar técnico de Dorival Júnior. Permaneceu no posto com a chegada de Adilson Batista. Atualmente, exerce essa função no Villa Nova, de Nova Lima.

Títulos pelo Cruzeiro: Campeonato Mineiro (1990); Supercopa (1991).

Outros clubes: Grêmio; Benfica (POR); Vasco.

Biografia de Ademir


Extraído do blog PHD

Ademir Kaefer, um lutador
Por Jorge Angrisano Santana | Em 26 de agosto de 2006

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Toledo (PR), 06/01/60

Ademir Roque Kaefer sempre foi um sujeito sincero. “Foi no Cruzeiro que aprendi a jogar futebol” – declarou certa vez. E a torcida cruzeirense reconhece nele um professor de futebol. Não do futebol artístico de tantos de seus ídolos, mas do futebol aplicado, valente, raçudo. Sem ser craque de futebol exuberante, o “alemão” era um lutador. Atleta responsável. Profissional em tempo integral.

Ademir vestiu a camisa azul-e-branca 439 vezes e marcou 9 gols. Um deles, na final da Supercopa da Libertadores de 1991, contra o River Plate, entrou para a história. Foi o gol que marcou o início da melhor fase do clube celeste em toda a sua história, a que se inicou no Anos 1990.

Em depoimento à Revista do Cruzeiro ele conta seu gol histórico: “Comizzo espalmou a bola para escanteio. Marquinhos bateu no primeiro pau. Eu fechei junto com o zagueiro Rivarola e, graças a Deus, fui mais feliz e desviei a bola para as redes. Foi o gol mais importante da minha vida porque saiu na hora certa, no final do 1º tempo. A partir daí, cada jogador se multiplicou, fizemos mais dois com Mário Tilico e conquistamos o título.”

A história de Ademir, por ele mesmo: “Comecei nos juniores do Toledo Futebol Clube, em 1978. Em 1980, disputei meu primeiro campeonato paranaense de profissionais e também o Brasileiro de Juvenis e a Copa São Paulo de Juniores. Em 1981, fui para o Internacional, de Porto Alegre, onde joguei até março de 1986, quando me transferi para o Santo André. Em outubro daquele ano, vim para o Cruzeiro e fiquei aqui até maio de 1992 quando recebi proposta para jogar no Racing, da Argentina. Fiquei por lá até março de 1993 e voltei para o Cruzeiro, onde encerrei a carreira em dezembro de 1995.”

Ademir foi colecionador de títulos. Pela Seleção Brasileira, ganhou medalhas de prata nas Olimpíadas de Los Angeles e de Seul. E de ouro, no Panamericano de 1987. Com a camisa do Cruzeiro, foi campeão mineiro em 87, 90, 92 e 94, campeão da Supercopa em 91, da Copa do Brasil em 93, e das Copas Ouro e Master da Confederação Sulamericana em 95.

Além da raça, Ademir tinha perfeita consciência de sua responsabilidade perante clube, torcida e companheiros de equipe. Na Supercopa de 91, o Cruzeiro deve a ele muito mais do que o gol que abriu o caminho para o título. Deve o equilíbrio de um time que teve que enfrentar a fúria das torcidas sulamericanas.

Um de suas atitudes na competição definiu bem seu senso de responsabilidade. Depois de acertar o pênalti que eliminou o Olímpia, Nonato correu em direção às tribunas do Defensores del Chaco para devolver ofensas sofridas desde desembarque do time em Assunção. Ademir não permitiu o desatino. Tratou de tirar o companheiro da confusão que se armava. Mais do que o Capitão, ali estava o líder que mantinha o grupo unido e centrado no objetivo de levar o Cruzeiro a um título internacional quinze depois do primeiro, a Libertadores de 1976.

Ademir se emociona ao lembrar um episódio ocorrido antes do jogo contra o River: “No dia da decisão da Supercopa, o time estava muito preocupado com as dificuldades que teríamos para reverter os 2 x 0 do jogo de ida. Afinal, o River Plate era um time muito forte. Pela manhã, fui visitar um antigo roupeiro do Cruzeiro, o José Pascoácio, que trabalhou mais de trinta anos no clube e era muito querido pelos jogadores. Ele estava muito doente, por isso tirei uma parte da manhã para ir á casa dele, mesmo sabendo que o mais recomendável era me manter concentrado somente no jogo. Mas foi bom ter ido lá. Ele estava tão precoupado quanto nós. Queria saber se estávamos confiantes. Se eu achava que dava pra fazer os três gols de diferença. Fiquei tão emocionado, que lhe prometi uma vitória de qualquer jeito. De volta à concentração, contei aos companheiros a promessa feita. E todos concordaram comigo: o título seria o melhor presente que poderíamos dar ao amigo de tantas jornadas. Valeu. À noite, parecia que o Pascoácio estava em campo conosco. Corremos como nunca pra lhe dar uma última alegria. Foi inesquecível.”

Dr. Ronaldo Nazaré, médico do Cruzeiro por mais de 30 anos, conta outra passagem reveladora do caráter guerreiro do Camisa 5. “A fase do Cruzeiro no Brasileiro de 91 era péssima. O time lutava, mas as vitórias não vinham. Pra piorar, Ademir começou a sentir dores no joelho. Fiz o exame e cheguei concluí ser necessária uma cirurgia. Ele aceitou, mas disse que só ia se internar depois que o risco de rebaixamento estivesse eliminado. Mas como o time não se acertava, ele também não parava de jogar. Sem saber do que acontecia, a imprensa o criticava. Dizia que ele estava fazendo corpo-mole. Eu quis esclarecercer a situação, mas ele não permitiu. Sua garra foi essencial para unir os colegas e livrar o Cruzeiro do descenso.”

Entre 21 de abril e 5 de maio de 1991, o Cruzeiro ficou 5 partidas sem vencer. Perdeu para Bahia (0 x 2) e Flamengo (0 x 2), em casa; Fluminense (0 x2) e São Paulo (1 x 3), fora. E empatou com o Grêmio (0 x 0), no Olímpico. Na última rodada, em 19 de maio, o Sport tinha 10 pontos, Vitória e Grêmio, 12 e o Cruzeiro, 13. Era preciso vencer o Palmeiras, no Estádio Independência, para afastar o risco de rebaixamento. Expulso contra o São Paulo, Ademir não pôde jogar. Mas os companheiros prometeram-lhe a vitória. E cumpriram: 2 x 0, gols de Nonato e Charles.

Atualmente, Ademir vive no Paraná onde cria frangos e gado de corte e planta soja. Sempre com a mesma seriedade com que se dedicou ao futebol. Quando está em casa, acompanha o Cruzeiro pela TV. Quando vai para a fazenda, acompanha os jogos pelo rádio. E se não consegue sintonia, pede inrformações pelo telefone.

Em Belo Horizonte, a torcida mantém vivas suas lições. Não aceita atletas desinteressados e sem fibra. Para vestir a camisa do Cruzeiro, craque ou não, o jogador precisa incorporar a garra e a valentia do grande capitão dos Anos 80 e 90.

Wikipédia

Começou a carreira entre os juvenis do Toledo em 1978 e viria a disputar seu primeiro campeonato como profissional na mesma equipe, dois anos depois.[1] Depois disso, se transferiu para o Internacional, onde se sagraria tetracampeão gaúcho. Ainda no Colorado, Ademir seria convocado para seus primeiros Jogos Olímpicos, em Los Angeles, e o time brasileiro conquistaria a medalha de prata na competição.

Em março de 1986, teria uma passagem rápida pelo Santo André de onde saiu em outubro do mesmo ano[1] para o clube onde passaria a maior parte da sua carreira e conquistaria o maior número de títulos, o Cruzeiro. Na sua primeira passagem pelo clube, seria convocado mais uma vez para os Jogos Olímpicos, conquistaria a prata novamente e se tornaria o único jogador brasileiro de futebol a ter duas prateadas.[2]

Dentre os nove gols que marcou vestindo a camisa da Raposa, o mais importante foi o primeiro gol do jogo de volta da final da Supercopa Libertadores de 1991. O Cruzeiro tinha perdido o primeiro jogo por dois a zero contra o River Plate e o gol de Ademir e mais os dois de Mário Tilico deram ao clube celeste o primeiro título internacional em quinze anos.

O gol da final não foi a única contribuição de Ademir para a conquista. Na semifinal, Nonato bateu o último pênalti que classificou o Cruzeiro frente o Olimpia e foi em direção à torcida adversária. Coube a Ademir retirar o lateral da briga que se formava.[1]

Passou uma temporada no Racing argentino e depois voltou ao Cruzeiro para jogar entre 1993 e 1995 para encerrar a carreira depois de dezoito anos de atividade.

Atualmente mora em sua cidade natal e trabalha como agropecuarista. É casado e tem dois filhos.[2]


Brasil Internacional

* Campeonato Gaúcho: 1981, 1982, 1983 e 1984.
* Torneio Heleno Nunes: 1984.
* Copa Kirin: 1984.

[editar] Brasil Cruzeiro

* Supercopa Libertadores: 1991
* Copa Ouro: 1994
* Copa Master da Supercopa: 1995
* Copa do Brasil: 1993
* Campeonato Mineiro: 1987, 1990, 1992 e 1994

[editar] Pela Seleção Brasileira

* Medalha de Prata nos Jogos Olímpicos: 1984 e 1988
* Medalha de Ouro nos Jogos Pan-Americanos: 1987

Biografia de Abel

Abel Braga começou no Fluminense em 1968, sendo integrado ao elenco profissional em 1971, ano em que conquistou seu primeiro título de campeão carioca, repetindo este feito em 1973, 1975 e 1976 pelo Fluminense.

No ano de 1973, foi cedido por empréstimo ao Figueirense para disputar o Campeonato Brasileiro daquele ano, tendo atuado em 18 partidas pelo clube catarinense e marcado um gol.

Em 1977 se transferiu para o Vasco da Gama, onde sagrou-se campeão carioca novamente, em 1977. Foi pelo clube de São Januário que Abelão, como também era conhecido, firmou-se como titular, já que no Fluminense geralmente era reserva (voltando a ser titular da Seleção Brasileira, na época comandada pelo Técnico Claúdio Coutinho).

Três anos após a sua chegada ao Vasco da Gama, ele transferiu-se para o exterior. Paris foi o seu destino para defender o Paris Saint-Germain. Permaneceu na França entre os anos de 1978 a 1980, até regressar ao Brasil para jogar pelo Botafogo, de 1983 a 1984.

Em 1985 foi contratado pelo Goytacaz, onde, no mesmo ano, encerrou a carreira.
[editar] Seleção Brasileira

Pela Seleção Brasileira atuou em cinco partidas[1] e pertenceu ao elenco da Copa do Mundo de 1978. Sua primeira partida foi em 11 de dezembro de 1971 na vitória por 1 a 0 contra o Peru e sua última partida foi em 25 de Maio de 1978, em um empate por 2 a 2 contra a Seleção Gaúcha.
[editar] Como treinador

A sua carreira como treinador começou no mesmo clube onde ele encerrou a carreira de jogador, o Goytacaz.Formou-se em Educação Física e no ano seguinte foi para Portugal treinar o Rio Ave, regressando ao Brasil em 1987 para assumir o comando da equipe do Botafogo, onde já havia trabalhado como jogador. Foi curta a sua passagem pelo alvinegro carioca e no mesmo ano seguiu para Recife para treinar o Santa Cruz.
[editar] O salvador em Portugal

Em 1988 assumiu o Internacional, deixando o cargo no ano seguinte para voltar a Portugal para assumir o comando do Famalicão, que estava na 2ª divisão do Campeonato Português. No seu primeiro ano no clube, Abel conseguiu levá-lo de volta à 1ª divisão. Na temporada 90/91 os resultados não foram bons, mas Abel conseguiu manter o clube na 1ª divisão, terminando a competição em 18º. Abel permaneceu no clube até metade da temporada 91/92, quando voltou a treinar um clube que se encontrava na 2ª divisão, o Belenenses. Mais uma vez ele conseguiu levar um clube de volta à 1ª divisão e com isso foi mantido no cargo para a temporada 92/93. Nessa temporada Abel levou o clube do Restelo a 7ª posição do Campeonato Português, permanecendo no cargo para a temporada seguinte. Mas o treinador não permaneceu até o fim da temporada, trocando o Belenenses pelo Vitória de Setúbal, que terminou em 8º. Os resultados obtidos com os clubes que se encontravam na 2ª divisão, deram a Abel notoriedade entre os clubes portugueses.
[editar] O regresso ao Brasil

Após cinco anos em Portugal, o treinador voltou ao Brasil em 1995, para assumir o Vasco da Gama, onde jogou por três anos. Mas a sua carreira como treinador do clube carioca não durou tanto tempo e após apenas dois meses como treinador, foi demitido. Em seguida, novamente assumiu o comando do Internacional até o final do ano seguinte. No Ano de 2011 novamente regressa ao Brasil, mas dessa vez para o Fluminense.
[editar] Os três paranaenses

Em 1997 assumiu o Atlético Paranaense e permaneceu no cargo por um ano. No ano seguinte treinou o Coritiba ganhando o estadual depois de 10 anos e o Paraná Clube por um período muito curto, mas suficiente para conseguir ser treinador dos três maiores clubes do Paraná e de forma seguida.

A sua passagem pelo Paraná Clube foi curta pois pouco tempo depois de assumir a equipe, ele recebeu uma proposta para retornar ao Vasco da Gama. O clube passava por um momento difícil após a derrota no Campeonato Mundial de Clubes e Abel foi contratado. Depois de algus meses no comando vascaíno, ele recebeu uma proposta de um clube francês, deixando o Vasco às vésperas da grande decisão do campeonato carioca. Essa passagem pelo Vasco, apesar de rápida, foi notória devido à goleada de 5x1 sobre o Flamengo no domingo de Páscoa. Em Julho de 2000, como já estava combinado desde a saída dele do Vasco, ele foi contratado pelo Olympique de Marselha.

De volta ao Brasil em 2001, treinou o Atlético Mineiro e o Botafogo, pela segunda vez. Mas Abel não ficou muito tempo no Botafogo, pedindo demissão no ano seguinte, devido o fraco elenco do clube.[2] Ainda em 2002, treinou novamente o Atlético Paranaense.

Em 2003 assumiu a Ponte Preta com o objetivo de manter o clube na 1ª divisão do Campeonato Brasileiro. A posição final não foi muito boa (21º), mas o objetivo foi alcançado e no fim do ano ele deixou o clube com a missão cumprida.[3]
[editar] As derrotas na Copa do Brasil

Valorizado no mercado de treinadores, assumiu o Flamengo em 2004,[4] tendo como auxiliar-técnico o ex-jogador Andrade.[5] O rubro-negro carioca tinha um projeto, comandado por outro ex-jogador, Júnior, que visava assegurar uma vaga para a Taça Libertadores da América do ano seguinte. Abel levou o clube ao título do Campeonato Carioca de 2004 e à final da Copa do Brasil do mesmo ano. Porém na decisão contra o Santo André, após empatar o primeiro jogo em 2 a 2, foi derrotado no Maracanã por 2 a 0, perdendo assim a chance de conquistar o título e consequente vaga para a Taça Libertadores. Após o jogo Abel declarou que esta tinha sido a maior derrota na sua carreira.[6]

Em 2005, após seis meses longe do futebol, Abel voltou ao clube onde iniciou a carreira de jogador e assumiu o cargo de treinador do Fluminense, completando assim o ciclo dos quatro grandes do Rio de Janeiro. Com o tricolor carioca ele conquistou mais um título do Campeonato Carioca e teve a oportunidade de disputar outra final da Copa do Brasil, porém mais uma vez foi derrotado por um clube de São Paulo, o Paulista.

Diferente da atitude da diretoria do Flamengo que o demitiu após a derrota na final, a diretoria tricolor manteve o treinador no cargo para a disputado Campeonato Brasileiro, visando uma boa posição que garantisse uma vaga à Taça Libertadores. Abel quase conseguiu alcançar esse objetivo, terminando em 5º, apenas uma posição abaixo da zona de classificação à Taça Libertadores. Na Copa Sul-Americana daquele ano, ele conseguiu levar o Fluminense às quartas-de-final.
[editar] A conquista mundial

Em 2006 Abel voltou a Porto Alegre para assumir mais uma vez o comando do Internacional. Esta passagem tornou-se a mais vitoriosa dele em todos os clubes. O começo não foi feliz e no primeiro trimestre acabou perdendo o título do Campeonato Gaúcho após dois empates com o Grêmio, mas foi mantido pela diretoria para a disputa da Taça Libertadores que já estava a decorrer. A confiança foi retribuída e Abel conduziu o Internacional ao seu primeiro título da Taça Libertadores, após uma final disputada com o então campeão do mundo São Paulo. O título garantiu a presença do Internacional no Campeonato Mundial de Clubes da FIFA em Dezembro daquele ano. Abel não perdeu a oportunidade e conquistou o título mundial após derrotar o Barcelona na final. No Campeonato Brasileiro Abel levou o Internacional à 2ª posição.

Com as conquistas, Abel foi mantido para o ano seguinte para a continuidade do trabalho, renovando o contrato por mais um ano.[7] Mas os bons resultados não se repetiram. No Campeonato Gaúcho a equipe colorada não passou da primeira fase e na Taça Libertadores não chegou às oitavas-de-final. Após os fracassos Abel foi demitido do cargo.[8]

Ao sair do clube colorado, o treinador declarou ter propostas do exterior incompatíveis com o mercado brasileiro. Porém, após recusar propostas do Cruzeiro[9] e do Atlético Mineiro,[10] e de admitir propostas de um clube da França e de um clube dos Emirados Árabes Unidos não acertou com nenhum clube.[11] Abel acabou por voltar ao Internacional apenas quatro meses após ter sido demitido.[12]

Após o retorno ao Internacional, Abel ainda levou o clube gaúcho a conquista do Campeonato Gaúcho de 2008 sagrando uma goleada de 8 a 1 sobre o Juventude no Estádio Beira Rio após derrota de 1 a 0 em Caxias. O título para Abel era inédito, embora tenha sido campeão regional em quase todos os times que passou. Abel acabou sendo contratado pelo Al-Jazira poucas semanas após a conquista, dando espaço para Tite, o novo treinador. onde no clube dos Emirados conquistou a Copa do Presidente e o Campeonato Local, chegando até ser citado para comandar a Seleção do país, mas preferiu acertar seu retorno para o Fluminense, clube que esperou três meses após a saída de Muricy Ramalho[13].
[editar] O mau temperamento

Ao longo da sua carreira Abel Braga sempre foi visto como uma pessoa que não media as palavras, por vezes causando embaraços aos dirigentes e jogadores por suas declarações. No Botafogo, quando treinador, foi a público por diversas vezes reclamar da falta de reforços, o que acabou mais tarde resultando no seu pedido de demissão. O ano de 2006 foi, além de marcante pelos títulos, também marcante pelas suspensões. Em Outubro foi suspenso por 30 dias por insultos ao árbitro Vagner Tardelli.[14] No mesmo ano foi julgado mais duas vezes pelo STJD por ter comparecido ao vestiário do Internacional em dois jogos no período em que ainda cumpria a pena anterior, sendo uma vez absolvido[15] e a outra punido com 90 dias de suspensão.[16] Ainda em 2006, mas referente a um caso de 2001, quando treinava o Atlético Mineiro, foi dado início a um processo contra Abel em nome do árbitro Luiz Carlos Silva por danos morais.[17]
[editar] Títulos (Jogador)

Fluminense

* Unknown Trophy.svg Campeonato Carioca: 1971, 1973, 1975 e 1976.

Vasco da Gama

* Unknown Trophy.svg Campeonato Carioca: 1977

[editar] Outras Conquistas

Fluminense

* Rio de Janeiro Taça Guanabara: 1971 e 1975
* Torneio Internacional de Verão do Rio de Janeiro : 1973

Vasco da Gama

* Rio de Janeiro Taça Guanabara: 1977

[editar] Títulos (Treinador)

Atlético Paranaense

* Unknown Trophy.svg Campeonato Paranaense: 1998

Coritiba

* Unknown Trophy.svg Campeonato Paranaense: 1999

Flamengo

* Unknown Trophy.svg Campeonato Carioca: 2004

Fluminense

* Unknown Trophy.svg Campeonato Carioca: 2005

Internacional

* CONMEBOL - Liberators Cup.svg Copa Libertadores da América: 2006
* Trofeu mundial fifa01.svg Campeonato Mundial de Clubes da FIFA: 2006
* Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho: 2008

Al Jazira

* =Emirados Árabes Unidos UAE President's Cup: 2011
* =Emirados Árabes Unidos UAE League: 2011

[editar] Outras Conquistas

Vasco da Gama

* Rio de Janeiro Taça Guanabara: 2000

Flamengo

* Rio de Janeiro Taça Guanabara: 2004

Fluminense

* Rio de Janeiro Taça Rio: 2005
* Brasil Troféu João Saldanha: 2011
* Rio de Janeiro Taça Guanabara: 2012

Internacional

* =Emirados Árabes Unidos Copa Dubai: 2008

Edílson


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Nascimento: 17/09/1970, Salvador, BA
Posição: Atacante
Período no Cruzeiro: 2002 

Links


DA REPORTAGEM LOCAL

O atacante Edílson, pentacampeão com a seleção brasileira na Ásia, acertou ontem sua transferência para o Kashiwa Reysol, do Japão, clube que defendeu na temporada 1996/1997.
Edílson, cujos direitos federativos pertencem ao Flamengo, tinha contrato de empréstimo com o Cruzeiro até o dia 31 de dezembro deste ano. Pela quebra do vínculo contratual, o clube mineiro deve receber US$ 500 mil -este valor corresponde exatamente à metade do que o Kashiwa pagará ao Flamengo, detentor dos direitos federativos de Edílson.
Após 16 partidas e 11 gols pelo Cruzeiro, no qual conquistou a Copa Sul-Minas, Edílson foi contatado por dirigentes do Kashiwa Reysol durante o período em que a seleção brasileira esteve no Japão disputando a Copa-2002.
Para jogar dois anos em sua ex-equipe, o atleta deverá receber US$ 2 milhões.
Edílson trocou o Palmeiras pelo Benfica (POR) em 1996 e, com dificuldades de adaptação, se transferiu para o Kashiwa Reysol. Em 1997, o atacante voltou ao Brasil para defender o Corinthians, participando da conquista do Mundial de Clubes da Fifa em 2000. No mesmo ano, porém, foi para o Flamengo, onde atuou até ser emprestado ao Cruzeiro.










Juarez Rodrigues/Estado de Minas - 23/02/2002
Edílson desequilibrou em clássicos contra o Atlético e o América e foi para a Copa do Mundo

Foram somente 16 jogos, mas o ex-atacante Edílson fez deles o suficiente para deixar seu nome marcado na história do Cruzeiro. Com a camisa celeste, o jogador anotou 11 tentos e foi destaque na conquista da Copa Sul-Minas de 2002. As boas atuações fizeram o ‘Capetinha’ ser convocado para a Seleção Brasileira e participar da seleta lista de atletas cruzeirenses que já foram campeões da Copa do Mundo. Além de Edílson, conseguiram o feito Tostão (1970), Piazza (1970), Fontana (1970) e Ronaldo (1994).

Dez anos depois, Edílson relembra com carinho a passagem pela Toca da Raposa II. Em 2003, porém, quando atuava pelo Flamengo, o jogador foi desafeto da torcida celeste, ao provocar os cruzeirenses na final da Copa do Brasil. No Mineirão, os torcedores mandaram o recado ao Capetinha: “quem tem Alex não precisa de você”.

Arquivo/Estado de Minas - 23/02/2002
Edílson infernizou a defesa atleticana
”Eu devo muito ao Cruzeiro. Eu tive um probleminha depois, no ano seguinte em provocação com a torcida, mas foram coisas do futebol. Disputei uma Copa do Mundo pelo Cruzeiro e não esqueço minha passagem por aqui”, ressalta. O ex-jogador não esquece o clássico disputado contra o Atlético, pela Copa Sul-Minas, em que marcou um gol e desestabilizou a zaga adversária em diversos lances no empate por 1 a 1, assistido por 72.240 pagantes no Mineirão.

”Foi inesquecível para mim aquele clássico contra o Atlético. Não ganhamos o jogo, mas saímos atrás, no segundo tempo, e chegamos ao empate com um gol meu. O estádio estava lotado e a maioria era cruzeirense. Sete ou oito jogadores do Galo receberam cartão amarelo em cima de mim. Eu dei mais de seis canetas nos adversários nessa partida. Isso ficou muito marcado. Sempre que encontro com torcedores do Cruzeiro pelo Brasil eles lembram desse jogo”, revela Edílson.

”Outra partida marcante foi a goleada por 7 a 0 sobre o América. Marquei dois gols e participei dos outros cinco. O América tinha ganhado a Sul-Minas sobre o Cruzeiro um tempo antes e eu encarei aquela partida como um clássico de muita rivalidade, para lavar a alma da torcida”, completa o Capetinha.

Vida de produtor musical

Depois da vitoriosa carreira esportiva, Edílson se cansou dos dribles e das polêmicas extra-campo e resolveu pendurar as chuteiras em 2010, aos 39 anos, jogando pelo Bahia. Atualmente, o ex-jogador é produtor de música baiana e dono de um estúdio em Salvador. Nas horas vagas, o Capetinha se aproveita da fama adquirida no futebol para incentivar crianças carentes no esporte.

”Larguei o futebol profissionalmente, estou cuidando da minha empresa de produção de eventos e do meu estúdio. Estou com um quadro chamado ‘Edílson que o povo gosta’, em uma emissora de TV na Bahia. Estou também auxiliando algumas pessoas na área esportiva, aproveitando minha experiência de futebol, ajudo garotos, tentando mandar para grandes clubes do Brasil, por aqui tem muitos jogadores que não têm oportunidade”, explica.

A carreira profissional de Edílson no futebol durou 23 anos. Foram três títulos brasileiros, um Mundial de Clubes, uma Copa do Mundo, três paulistas, um carioca e uma Copa Sul-Minas, entre outras conquistas. A despeito do currículo vitorioso, o ex-atleta brinca que a vida pós-aposentadoria é muito mais intensa do que a de jogador. ”Estou trabalhando demais desde que me aposentei do futebol, muito mais do que na época de jogador”, diverte-se.

Jogo inesquecível:

Cruzeiro 1 x 1 Atlético

Data: 23/02/2002
Estádio: Mineirão
Público: 72.240 pagantes
Renda: R$ 706.206,50
Árbitro: Wágner Tardelli (RJ)
Gols: Edgar aos 16 do segundo tempo e Edílson aos 23

Cruzeiro: Jefferson, Maicon, Cris, Luisão e Sorín; Fernando Miguel (Recife), Ricardinho, Jorge Wagner (Lúcio); Jussiê (Jorginho Paulista), Edílson e Fábio Júnior.
Técnico: Marco Aurélio

Atlético: Velloso, Baiano, Marcelo Djian, Edgar e Jefferson; Gilberto Silva, Djair, Cleison (Bosco) e Rodrigo; Marques e Guilherme.
Técnico: Levir Culpi

Vanderlei Luxemburgo



Nome Completo: Vanderlei Luxemburgo da Silva
Data de Nascimento: 10/05/1952, Nova Iguaçu
Período no Cruzeiro: 2002-2004; 2015



Túlio - 500 Gols

1999: Cruzeiro 4x1 Democrata GV


CRUZEIRO 4 x 1 DEMOCRATA
10/06/1999 - Campeonato Mineiro (2ª fase/12ª) - Mamudão (Gov. Valadares, MG)
Público: 9.214 (R$ 66.865,)
Árbitro: Márcio Rezende
Auxiliares: José Eugênio e Antônio Oliveira
Gols: Túlio 20’; Deilton 50’; Marcelo Ramos 59’; Ricardinho 76’; Valdo, de falta 80’
Cruzeiro: Ronaldo, Evanilson, João Carlos, Marcelo Djian (Espínola), André Luiz (Ricardinho), Donizete, Djair, Valdo, Müller, Túlio (Alex Alves), Marcelo Ramos. T: Levir Culpi
Democrata: Humberto, Alessandro, Marco Túlio, Sargento, Ricardo, Jonas, Elizeu, Cícero, Wender, Deílton, Ademir. T: Zé Maria Pena
CA: Marcelo Djian, Donizete (Cru); Ademir, Wender, Elizeu, Cícero (Dem)
*O gol de Túlio foi o 500º de sua carreira.
FONTE: Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro

Goleiro Gomes




CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1987 - Em pé: Genílson, Vilmar, Douglas, Balu, Gilmar Francisco e Gomes; Agachados: Róbson, Eduardo, Vanderlei, Ademir e Édson / Crédito: Arquivo Placar


terça-feira, 22 de março de 2011

Técnico Oscar

Maicon



Nome completo: Maicon Douglas Sisenando
Posição: Lateral-direito
Nascimento: 26/07/1981 Novo Hamburgo, RS
Carreira: Cruzeiro, Monâco (França), Internazionale, Manchester City, Roma


Link

Maicon e Mayke: gerações diferentes mostram revelação de laterais-direitos


Video do Jornal Nacional sobre a carreira de Maicon:

 




CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 2003 - Em pé: Artur, Martinez, Jussiê, Luisão, Maicon, Edu Dracena, Marcelo Batatais, Gomes, Maurinho e Mota; Agachados: Paulo Miranda, Wendel, Augusto Recife, Deivid, Márcio, Aristizábal, Ramos e Alex / Crédito:
Arquivo Placar

sábado, 19 de março de 2011

Bentinho



Links relevantes


08/03/1998 gol Bentinho contra o Atlético
28/03/1998: gol de Bentinho contra o Montes claros
19/05/1998 - gol de Bentinho contra Vasco Cruzeiro 2 x 0 Vasco da Gama
31/03/1998- gol de Bentinho Cruzeiro 3 x 1 Corinthians
31/03/1998: Gol de Bentinho contra o Corinthians  


Antônio Bento dos Santos, mais conhecido como Bentinho (Montes Claros, 18 de dezembro de 1971) é um ex-futebolista brasileiro que se aposentou em 2004.[1]
[editar] Títulos

Botafogo

* Campeonato Carioca: 1997.
* Taça Rio: 1997.
* Taça Guanabara: 1997.

[editar] Artilharia

* São Paulo Campeonato Paulista: 1995 (São Paulo)

Marcelo Djian



31/03/1998- gol de Djian Cruzeiro 3 x 1 Corinthians
26/08/1998: gol de Marcelo Djian em Cruzeiro 2x2 Portuguesa
14/11/1998: gol de Marcelo Djian em Cruzeiro 2x1 Palmeiras
06/12/1998: gol de Marcelo Djian em Portuguesa 2x1 Cruzeiro


Marcelo Kiremitdjian mais conhecido como Marcelo Djian ou simpesmente Marcelo (São Paulo, 6 de novembro de 1966) é um ex-zagueiro do futebol brasileiro[1].

Iniciou nas categorias de base do Corinthians, onde foi campeão paulista e brasileiro (o primeiro do clube, em 1990). Em 1993, foi transferido ao Lyon, da França, sendo um dos primeiros brasileiros a atuar neste clube. Retornou ao Brasil em 1997, como jogador do Cruzeiro. Ali, para evitar confusão com o colega Marcelo Ramos, adicionou o "Djian", abreviação de seu sobrenome armênio, ao seu nome futebolístico.

Foi vice-campeão brasileiro em 1998 pela Raposa, curiosamente, contra o Corinthians, recebendo naquele ano sua segunda Bola de Prata (a primeira ele obteve em 1990, como jogador do Timão). Posteriormente faturaria um estadual e a Copa do Brasil de 2000. Em 2001, trocou o clube azul pelo rival Atlético Mineiro, sem o mesmo sucesso. Aposentou-se no Galo em 2003, posteriormente tornando-se representante de sua ex-equipe do Lyon no Brasil.


Corinthians:

* Campeão Paulista - 1988
* Campeão Brasileiro - 1990

Lyon:

* Campeão da Copa Intertoto da UEFA - 1997

Cruzeiro:

* Campeão Mineiro - 1998
* Campeão da Recopa Sul-Americana - 1998
* Campeão da Copa do Brasil - 2000

[editar] Individual

* Bola de Prata - 1990 (Na época era conhecido por Marcelo)
* Bola de Prata - 1998


Gilberto



Nome Completo: Gilberto da Silva Melo,
(Rio de Janeiro, 25 de abril de 1976),
Posição: Lateral-esquerdo
Período no Cruzeiro: 1998-1999; 2009-2011

Links
Gilberto fala da sua saída do Cruzeiro
Entrevista de Gilberto Arena 98
05/08/1998 gol de Gilberto em Cruzeiro 4x2 Ponte Preta
20/08/1998: gol de Gilberto contra o São Paulo
15/09/1998: gol de Gilberto contra o Colo-Colo
05/11/1998: gol de Gilberto Cruzeiro 2x0 River Plate
03/10/1998: gol de Gilberto em Cruzeiro 4x1 America MG
13/04/2011: Estudiantes 0X3 Cruzeiro  (gol)
23/04/2011: América - TO 1X8 Cruzeiro  (gol)
15/05/2011: Cruzeiro 2X0 Atlético  (gol)
24/05/2012: Gilberto falou muito e disse pouco




Valdir Benedito




CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1998 - Em pé: Paulo César, Marcelo, Wilson Gottardo, Gustavo, Fábio Júnior e Gilberto; Agachados: Alex Alves, Marcos Paulo, Ricardinho, Valdir e Marcelo Ramos / Crédito:
Arquivo Placar





Valdir Benedito (Araraquara, 25 de outubro de 1965) é um ex-futebolista brasileiro. Fez parte da Seleção Brasileira de Futebol na Copa América de 1991.
[editar] Títulos

Atlético-PR

* Campeão Paranaense - 1990, 2001

Atlético-MG

* Campeão da Copa Conmebol - 1992
* Campeão Mineiro: 1995, 1999, 2000

Cruzeiro

* Campeonato Mineiro de Futebol: 1998
* Campeão da Recopa Sul-Americana - 1998

Marcos Paulo




Nome: Marcos Paulo Alves
Nascimento: 11 de maio de 1977, Doresopólis, MG
Posição: Volante

Links relevantes
12/11/1998: gol de Marcos Paulo em Cruzeiro 5x0 Juventude
Biografia de Marcos Paulo por Gui Lopes

Ademir



Nome completo: Ademir Roque Kaefer,
Data de Nascimento: 06/01/1960 Toledo (PR)
Posição:Volante
Período no Cruzeiro: 1986-1992; 1993-1995

Links relacionados
Biografia de Ademir
Que fim levou?
Entrevista Ademir
Ademir ídolo do Cruzeiro
Página no COB
Mais informações









CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1992 - Em pé: Paulo Roberto Costa, Paulo César, Célio Lúcio, Ademir, Luizinho e Nonato; Agachados: Betinho, Boaideiro, Renato Gaúcho, Luís Fernando e Roberto Gaúcho / Crédito: Arquivo Placar



CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1987 - Em pé: Genílson, Vilmar, Douglas, Balu, Gilmar Francisco e Gomes; Agachados: Róbson, Eduardo, Vanderlei, Ademir e Édson / Crédito: Arquivo Placar


Abelardo



Nome completo: Abelardo Dutra Meireles, Teófilo Otoni, MG
Data de Nascimento: 10/11/1926-08/12/2016
Posição: Atacante
Clubes que já defendeu: Cruzeiro, Palmeiras, Santos, América – MG, Sete de Setembro
Jogos: 157
Gols: 86
Período no Cruzeiro: setembro de 1946 e fevereiro de 1949, 1952,1956

Texto sobre Abelardo, o Flecha Azul
Morte de Abelardo
Que fim levou?

terça-feira, 15 de março de 2011

Wilson Gotardo



Links relacionados

08/02/1998:Gol de Gotardo contra o Social
15/03/1998: Gol de Gotardo contra o Democrata GV
12/03/1998: gol de Gotardo contra o Montes Claros
19/05/1998:Gol de Gotardeo contra o Vasco
05/02/1998 gol de Gotardo 3x0 contra o Amapá
05/08/1998: gol de Gotardo contra a Ponte Preta.
21/3/2017: O time de aluguel do Cruzeiro para o Mundial-97 e a sacanagem com alguns jogadores
Entrevista EI


Wilson Roberto Gottardo (Santa Barbara d'Oeste, 23 de maio de 1963), é um ex-futebolista brasileiro, que foi zagueiro do Guarani, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro e Sport. Atualmente, é técnico do Bonsucesso.


Wilson Gottardo começou sua carreira no União Barbarense, time de sua cidade natal, Santa Barbara d'Oeste, no interior de São Paulo.

Em seguida, aos 19 anos de idade, foi jogar no Guarani, aonde permaneceu os quatro anos seguintes de sua carreira.

Depois teve ainda uma passagem pelo Náutico, antes de ser contratado pelo Botafogo, em 1987.

A identificação com o Botafogo, clube pelo qual Gottardo mais vezes vestiu a camisa, acabaria rendendo-lhe, em três passagens, alguns títulos inesquecíveis.

Fazendo dupla com Mauro Galvão, Gottardo fez parte da lendária equipe alvi-negra, que pôs fim a um jejum de 21 anos sem títulos do Botafogo, na conquista do Campeonato Carioca de 1989.

No ano seguinte, mantendo o embalo, o Botafogo repetiu a dose e sagrou-se bicampeão carioca, para delírio dos torcedores botafoguenses.

Em 1991, Gottardo trocou o Botafogo pelo Flamengo e, pela terceira vez consecutiva na carreira, levantou a taça de campeão carioca. Um ano mais tarde, ironicamente, em uma final contra o seu querido Botafogo, conquistou o título do Campeonato Brasileiro de 1992, ainda pelo Flamengo.

Em seguida, no ano de 1993, deixou o Brasil e foi para a Europa, aonde atuou no Marítimo, de Portugal. Todavia, passado um ano, voltou a vestir a camisa do Botafogo.

Capitão da equipe alvi-negra, comandada por Paulo Autuori e encabeçada pelo atacante Túlio Maravilha, Gottardo conquistou o Campeonato Brasileiro de 1995, seu segundo pessoal, mas o primeiro do Botafogo. Curiosamente, na mesma época em que Túlio jogou junto com seu irmão gêmeo Télvio, Wilson Gottardo também jogou com seu irmão, Gérson Gottardo. Ainda em 1995 teve uma passagem rápida pelo São Paulo onde disputou a Copa dos Campeões Mundiais de 1995 onde foi campeão.

Depois de deixar o Botafogo, Gottardo jogou ainda no Fluminense, antes de ir para o Cruzeiro, em 1997.

No Cruzeiro, atuou como capitão, conquistado o título que pode ter sido sua maior glória na carreira de jogador, a Libertadores da América de 1997.

Dois anos mais tarde, encerrou sua carreira jogando no Sport Recife, após conquistar o título do Pernambucano de 1999.
[editar] Treinador

Em 21 de dezembro de 2010, foi anunciada a contratação de Gottardo como técnico do Villa Nova Atlético Clube, a partir de 2011.[1][2] Logo no jogo de estréia como treinador, sua equipe venceu o Formiga Esporte Clube por 1 a 0, em amistoso realizado em Nova Lima.[3]. em novembro de 2011, assumiu como treinador, no Bonsucesso [4].
[editar] Títulos

Botafogo

* Espanha Taça Cidade Palma de Mallorca: 1988
* México Torneio da Amizade de Veracruz:1990
* Rio de Janeiro Campeonato Carioca: 1989,1990
* Rio de Janeiro Taça Rio: 1989
* Rio de Janeiro Taça Cidade Maravilhosa: 1996
* Brasil Campeonato Brasileiro: 1995
* Torneio da Capital da Copa Rio: 1995
* Espanha Taça Teresa Herrera: 1996
* Japão Copa Nippon Han: 1996
* Torneio Presidente da Rússia: 1996
* Copa Rio-Brasilia: 1996

São Paulo

* Brasil Copa dos Campeões Mundiais: 1995

Flamengo

* Rio de Janeiro Campeonato Carioca: 1991
* Rio de Janeiro Taça Rio: 1991
* Rio de Janeiro Copa Rio: 1991
* Rio de Janeiro Campeonato da Capital: 1991,1993
* Troféu Eco-92: 1992
* Troféu Brahma de Campeões: 1992
* Taça Libertad: 1993
* Troféu Raul Plassman: 1993
* Brasil Campeonato Brasileiro: 1992

Cruzeiro

* Minas Gerais Campeonato Mineiro: 1997,1998
* South America satellite plane.jpg Copa Libertadores da América: 1997
* Recopa Sul-Americana: 1998

Sport

* Pernambuco Campeonato Pernambucano: 1999

Referências

Roberto Gaúcho



CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1992 - Em pé: Paulo Roberto Costa, Paulo César, Célio Lúcio, Ademir, Luizinho e Nonato; Agachados: Betinho, Boaideiro, Renato Gaúcho, Luís Fernando e Roberto Gaúcho / Crédito: Arquivo Placar

19/06/2016: Roberto Gaúcho lembra recado dado a Luxemburgo em 1996: 'Respeita esse escudo'




Roberto Juceli Weber, mais conhecido como Roberto Gaúcho é um ex-futebolista brasileiro. Nascido em Santa Rosa, Rio Grande do Sul, em 5 de Abril de 1968, seu período de maior destaque foi no Cruzeiro, durante a década de 1990. Encerrou sua carreira em 2000, aos 32 anos, iniciando sua carreira de treinador no final de 2003, no Joinville. Atualmente, comanda o time do Esporte Clube Mamoré, O tradicional 'Sapo', da cidade de Patos de Minas, no campeonato mineiro da Segunda Divisão, a começar no dia 16 de agosto de 2009.

Roberto Gaúcho, quando jogador do Coritiba, marcou o terceiro gol no empate de 3 a 3 com o Colorado Esporte Clube (pelo Campeonato Paranaense de 1989). Este gol, marcado na tarde de 8 de julho de 1989, simbolizou o último sofrido pelo Colorado Esporte Clube, pois alguns meses depois o clube seria extinto[1].


Cruzeiro

* Copa Libertadores da América: 1997
* Flag of Mercosur (Portuguese).svg Supercopa Libertadores: 1992
* Flag of Mercosur (Portuguese).svg Copa Ouro: 1995
* Flag of Mercosur (Portuguese).svg Copa Master da Supercopa: 1995
* Flag of Brazil.svg Copa do Brasil: 1993 e 1996
* Minas Gerais Campeonato Mineiro: 1994, 1996 e 1997

Grêmio

* Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho: 1990
Coritiba

Campeonato Paranaense: 1989
Vitória

* Bahia Campeonato Baiano: 1991
Joinville

* Santa Catarina Campeonato Catarinense: 1987

Bebeto



Links relacionados

1997, Bebeto, Donizete e Gonçalves reforçam o Cruzeiro para a final do Mundial



José Roberto Gama de Oliveira, mais conhecido como Bebeto (Salvador, 16 de Fevereiro de 1964), é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como atacante.

Como jogador, foi Tetracampeão mundial pelo Brasil na Copa do Mundo de 1994 e vicecampeão na de 1998. Uma de suas marcas registradas era o gol de voleio, onde rebatia a bola num salto de lado, geralmente caindo no chão, e mandando direto pro gol. Quando defendia o Flamengo, também tinha o costume de marcar vários gols de cabeça.

Conseguiu ser ídolos nos rivais Flamengo e Vasco da Gama, sendo campeão brasileiro por ambos. Passou brevemente também por outro rival, o Botafogo, conseguindo também deixar sua marca. Mas foi no Deportivo La Coruña em que ele foi um ídolo máximo de uma torcida, integrando o SúperDepor da década de 1990.[1]

Mundialmente, Bebeto notabilizou-se pela comemoração onde simulava embalar o recém-nascido filho Matheus, realizada após ele marcar o segundo gol do Brasil contra os Países Baixos na Copa de 1994.[1]
Cquote1.svg Ficou marcado porque fiz aquilo com muito amor, de coração. Acho que é por isso que ficou marcado. Hoje, no mundo inteiro, o cara faz o gol e comemora do mesmo jeito. Acho bonito pra caramba. O Matheus, todo mundo sabe, foi o único filho que eu não vi nascer. Os outros dois eu coloquei no colo...[1] Cquote2.svg
— Sobre seu gol mais famoso

Fundou, juntamente com Jorginho,o Instituto Bola Para Frente, inaugurado em 29 de junho de 2000 com o intuito de promover o resgate de meninos e meninas de 6 a 16 anos, em situação de risco social. O instituto está localizado em Guadalupe, comunidade de baixa renda da zona norte do Rio de Janeiro.[2]

Durante a Copa do Mundo de 2010, foi comentarista esportivo para a Al Jazira, maior rede de televisão do Qatar.[3]

Foi eleito para o cargo de deputado estadual pelo estado do Rio de Janeiro para a vigência de 2011-2014.[4]
Índice
[esconder]

* 1 Carreira
o 1.1 Começo no Vitória e ida ao Flamengo
o 1.2 Vasco da Gama
o 1.3 Deportivo La Coruña
o 1.4 Últimos anos
o 1.5 Seleção Brasileira
o 1.6 Como treinador
* 2 Títulos
o 2.1 Prêmios individuais
o 2.2 Artilharias
* 3 Referências
* 4 Ligações externas

[editar] Carreira
[editar] Começo no Vitória e ida ao Flamengo

Bebeto começou sua carreira em 1982, no Vitória, destacando-se e de lá transferiu-se para o Flamengo no ano seguinte. Zico havia acabado de ir embora para a Itália, logo seguido por Júnior, e o jovem e franzino baiano chegou como candidato a príncipe para a órfã massa rubro-negra.[5]

O início não foi fácil: tricampeão brasileiro em 1983, o Flamengo passou o ano de 1984, em que Bebeto foi lançado, mesmo com um elenco recheado de craques, sem títulos: terminou em 3º lugar na Copa Libertadores (mesmo possuindo a melhor campanha), perdeu a final do Carioca para o Fluminense e, no Brasileirão, a equipe foi eliminada nas quartas-de-final para o Corinthians por 1 x 4, após ter vencido por 2 x 0 no Maracanã. Para piorar, o título foi decidido entre os rivais Fluminense (eventual campeão) e Vasco. A maior tristeza, porém, esteve longe dos gramados: Bebeto perdeu o irmão em um acidente de avião que matou também um colega de Flamengo, o zagueiro Figueiredo.

O ano de 1985 também foi escasso em títulos. O Carioca ficou outra vez com o Fluminense e, no Brasileiro, o Flamengo caiu na segunda fase de um grupo cuja única vaga ficou surpreendentemente com o Brasil de Pelotas. A maior alegria rubro-negra naquele ano foi a volta de Zico, que, todavia, logo sofreria violenta contusão em jogo contra o Bangu. Bebeto só foi conquistar seu primeiro título em 1986, um Carioca sobre o Vasco. No Brasileirão, já no ano de 1987, o time acabou eliminado nas oitavas-de-final pelo Atlético Mineiro. Vale destacar que o clube disputou este campeonato com muitos desfalques, entre eles Zico, Sócrates, Adalberto, Adílio e o próprio Bebeto, ao se contundir em Goiânia contra o Atlético Goianiense.

Em 1987, finalmente ganharia de vez o coração da torcida. O Flamengo perdeu o Carioca para o Vasco, mas no torneio Copa União (um dos módulos do Campeonato Brasileiro daquele ano, mas considerado pelos participantes como o próprio campeonato), o jovem marcou um gol por jogo,[5] inclusive o solitário tento do título na final, contra o Internacional. O título do torneio, todavia, não seria considerado oficial pela CBF. Ainda assim, Bebeto integrou uma das últimas grandes equipes do Flamengo,[5] que reunia os veteranos Zico, Andrade, Leandro e Edinho e os jovens Leonardo, Jorginho, Zinho, Renato Gaúcho, Aílton e Zé Carlos.

Após a polêmica, o Flamengo enfrentou certa escassez de troféus. Com Bebeto e o clube foram trivices estaduais, perdendo os Cariocas de 1988 para o Vasco e de 1989 para o Botafogo (já haviam perdido o Carioca de 1987 para o Vasco), e, no Brasileirão de 1988, foram eliminados nas quartas-de-final pelo Grêmio. Ainda assim, foi geral a surpresa em 1989, quando divulgou-se que ele estava trocando o clube pelo arquirrival Vasco da Gama para as disputas do Brasileirão de 1989.
[editar] Vasco da Gama

Apesar da controversa transferência, deu-se bem: mesmo criticado, o elenco conseguiu quebrar quinze anos de jejum e faturar o segundo título brasileiro do clube. Bebeto participou ativamente da conquista daquela SeleVasco, repleta de garotos: Luiz Carlos Winck, Marco Antônio Boiadeiro, William, Sorato e Mazinho, além de Acácio e Quiñónez.[6]

No ano de 1990, o clube voltou a contar com o ídolo Roberto Dinamite, que naquele Brasileirão estivera emprestado à Portuguesa. Porém, o ano foi sem títulos: detentor do título, o Vasco não conseguiu se classificar às fases finais do Campeonato Brasileiro de 1990, e perdeu o Estadual daquele ano para o Botafogo. Na Taça Libertadores da América de 1990, a única disputada por Bebeto (Flamengo e Internacional ficaram de fora da de 1988 em razão do não-reconhecimento oficial do título da Copa União), os cruzmaltinos caíram nas quartas-de-final. A seca continuou no ano seguinte: o clube não faturou nenhum turno do Carioca e também não alcançou as fases finais do Brasileirão.

Em 1992, a situação voltou a melhorar: o Vasco faturou o Carioca e vinha bem no Brasileiro, liderando a fase inicial, com Bebeto, em grande fase, fazendo dupla com o jovem Edmundo. Porém, na segunda fase de grupos, o clube perdeu a vaga na final para o arquirrival Flamengo, que se sagraria campeão. Restou a Bebeto a artilharia do campeonato e as primeiras e únicas Bolas de Prata da Placar, como um dos melhores atacantes e também como o artilheiro daquela edição do Brasileirão. Seu desempenho chamou a atenção de uma pequena equipe espanhola, o Deportivo La Coruña.

Bebeto deixou o Vasco como ídolo, despertando suposições contraditórias sobre qual dos dois rivais do Rio de Janeiro onde mais se destacou seria seu clube de coração. Bebeto. Em entrevista concedida a Léo Batista, no programa Esporte Espetacular, da Rede Globo (dia 28/10/2007), confirmou ser torcedor do Flamengo.

Porém, em outras ocasiões, também já disse ser vascaíno na sua infância e ainda jogando pelo Vasco, em homenagem ao avô chamado Vasco da Gama, mas dizendo que seu amor pelo Flamengo ninguém tiraria.[7] Em entrevista feita pelo programa Tá na área, de 22 de março de 2009, realizado pelo canal Sportv, Bebeto novamente se declarou flamenguista e disse que em sua casa apenas o filho primogênito Roberto Newton é vascaíno. Em 2009, reafirmou-se como flamenguista também à FourFourTwo, onde explicou também as razões da polêmcia transferência de 1989:
Cquote1.svg Eu nunca quis sair do Flamengo. O Flamengo faz parte da minha vida, da minha história. Sou flamenguista. Na verdade, sou Vitória e Flamengo (...). Na Gávea eu joguei oito anos, foi lá que conheci a Denise, minha mulher. Quando saí do Flamengo, foi uma tristeza muito grande no meu coração. O passe foi para a federação, o Vasco comprou... (Gilberto Cardoso Filho, presidente do Flamengo na época) não deu valor pra mim, a verdade foi essa. O Flamengo é uma instituição muito forte. As pessoas passam, mas o clube ficará sempre ali. O presidente da época não levou em consideração isso. Eu falei que tinha uma proposta, mas que queria ficar no Flamengo, mesmo ganhando muito menos do que eu ia ganhar no Vasco, e ele não acreditou. Ele pagou para ver. Aí o passe foi para a federação e o presidente do Vasco o enganou, estava em Portugal com ele, e disse que não estava nada certo, mas já tinha tudo acertado comigo. Eu ainda tentei desistir, mas entrou meu procurador no meio, que estava ganhando uma porcentagem com o meu passe e por isso não queria que eu desistisse. Terminei indo para o Vasco. Mas aí eu agradeço muito a Deus, porque lá fui tratado com muito carinho, especialmente pela torcida. Fui campeão brasileiro, então não posso esquecer também.[1] Cquote2.svg
[editar] Deportivo La Coruña

Chegou com outro brasileiro ao clube galego, Mauro Silva. Bebeto logo demonstra seu faro de gol: termina a sua primeira temporada em La Liga, a de 1992/93, artilheiro com 29 gols. O Depor termina em terceiro, atrás apenas da dupla Barcelona (campeão) e Real Madrid, e quatro pontos atrás do vencedor. Os prognósticos para a temporada seguinte foram mais promissores, com o clube disputando a Copa da UEFA pela primeira vez.

No torneio europeu, o Deportivo caiu nas oitavas-de-final, contra o Eintracht Frankfurt, e concentrou as forças na Liga Espanhola, onde vinha liderando com folga e rumando para um inédito título. A conquista seria perdida de forma dramática: o clube começou a perder pontos, enquanto o Barcelona reagia, somando 28 pontos nos últimos 30 que estiveram em disputa.[8] Os clubes terminariam a última rodada empatados em pontos, mas o título foi para a Catalunha pelo melhor saldo de gols.

O La Coruña teve uma grande chance no minuto final de sua partida, disputada em casa contra o Valencia, ao ter um pênalti a favor no último minuto. Apesar de Bebeto ser o cobrador oficial, a penalidade foi chutada pelo colega iugoslavo Miroslav Đukić, que perdeu. O brasileiro detalharia a pesarosa situação à FourFourTwo, em 2009:
Cquote1.svg Pintou a oportunidade no final do jogo. Eu tinha deixado de bater porque estava com 4 cm de ruptura no adutor, não vinha treinando mais as cobranças nas semanas anteriores. E o Đukić vinha batendo os pênaltis, fazendo gol toda hora, ele não perdia um, mesmo em treinamento. Aí eu deixei que ele cobrasse, apesar de eu ter pedido para bater. Depois ele veio me pedir desculpas. (...) Mas eu poderia ter falhado também. Na hora ele disse: 'Não, Bebeto, eu estou bem, pode deixar que eu vou fazer'. Aí ele perdeu o pênalti, né? Mas também, se eu tivesse batido... Em A Coruña chove demais, o campo está sempre com muita lama, e nesse dia havia muita lama mesmo. Eu ia dar uma pancada forte, ia sair fatalmente da minha característica. A bola tanto poderia ir lá em cima, como eu poderia botar o goleiro com bola e tudo para dentro. Infelizmente o Đukić perdeu, coitado, pediu desculpas demais. Mas depois até a torcida reconheceu, porque terminamos empatados com o Barcelona, com o mesmo número de pontos, só perdemos no saldo.[1] Cquote2.svg

Na temporada 1994/95, o Deportivo continuou disputando o título, voltando a um vice-campeonato, desta vez menos dramático e para o Real Madrid. Na Copa da UEFA, a equipe voltou a cair nas oitavas para um clube alemão, agora o Borussia Dortmund. A recompensa veio na Copa do Rei, em final contra o mesmo Valencia que treze meses antes representara amargura aos corunhenses, que venceram por 2 x 1. Foi o primeiro grande título do clube.[9]

Após três anos disputando o título espanhol, na temporada 1995/96 o La Coruña terminou apenas em nono. Na Recopa Europeia, o clube chegou às semifinais, onde caiu para o Paris Saint-Germain. Aos 32 anos, Bebeto deixou o Deportivo, voltando ao Flamengo, em uma transação que envolveu a ida de Romário, então o grande ídolo rubro-negro, para o Valencia. Deixou a Galiza como o maior artilheiro da história do clube,[1] que por um tempo continuaria a disputar assiduamente os títulos nacionais.
Cquote1.svg O Deportivo é uma coisa à parte. Ali, graças a Deus, eu fiz história, marquei época no clube. (...) O povo tinha um reconhecimento muito grande por mim. (...) Fui para passar três anos, mas por tudo isso passei cinco. (...) Retornei recentemente lá, depois de dez anos, pela comemoração do centenário do Deportivo. Fui recebido com muita festa, tive que desfilar pelas ruas, dei a volta olímpica no estádio, me carregaram pelos ombros. (...) Foi tudo maravilhoso. Aquele time era muito forte. Fizemos a alegria de muita gente, acho que foi ali que começou o SúperDepor. O pessoal até hoje tem reconhecimento pela gente, por todo o trabalho que fizemos[1] Cquote2.svg
— Sobre sua passagem pelo Deportivo La Coruña
[editar] Últimos anos

Após sete anos, voltou ao Flamengo para as disputas do Campeonato Brasileiro de 1996. Porém, a relação com a torcida rubro-negra não era a mesma; poucos haviam se esquecido que, em 1989, o atacante declarou-se vascaíno na infância, ao chegar a São Januário.[10] O Flamengo fez péssima campanha no Brasileirão e Bebeto acabou sendo responsabilizado.

Ainda em 1996, desligou-se novamente do Flamengo e voltou à Espanha, agora para jogar no Sevilla, mas não se saiu bem. Em 1997, transferiu-se para o Vitória, graças ao patrocínio do Banco Excel-Econômico, que trouxe ainda Túlio e Dejan Petković.[11] Saiu-se bem no retorno ao clube onde iniciara a carreira: ganhou o Campeonato Baiano e a Copa do Nordeste de 1997, marcando ainda oito gols em oito partidas do Campeonato Brasileiro de 1997, mas o rubro-negro baiano não conseguiu chegar às fases finais.

Bebeto saiu do Vitória para o Cruzeiro ainda naquele ano, contratado especialmente para disputar o Mundial Interclubes. Pesou na sua decisão a oportunidade de demonstrar serviço, mesmo veterano, à Seleção Brasileira.[12] Ao lado de Donizete e Gonçalves, Bebeto foi um dos selecionáveis reforços para tentar o inédito título dos mineiros,[12][13] que, vinte anos após terem perdido para o Bayern Munique, voltariam a enfrentar alemães, desta vez os do Borussia Dortmund. Porém, a aposta não deu certo, com o Borussia vencendo por 2 x 0 em Tóquio.

Disposto a manter visibilidade com a Seleção, Bebeto voltou ao Rio de Janeiro, agora como jogador do Botafogo. No primeiro semestre de 1998, faturou o Torneio Rio-São Paulo e, a despeito de não ter conseguido grandes conquistas, deixou o alvinegro logo após a perda da Copa do Brasil de 1999 diante do Juventude. Logo depois, acertou transferência para a equipe mexicana do Toros Neza.

Não se deu bem no México - o Toros fez má campanha que provocaria o rebaixamento. Foi para o Kashima Antlers, time dirigido pelo ex-colega Zico. Embora não tenha feito muito no Kashima, conseguiu um Campeonato Japonês. No ocaso de sua carreira, Bebeto chegou ainda a retornar brevemente ao Vitória e ao Vasco, onde reeditou sua dupla célebre com Romário. Seu último clube profissional foi o Al-Ittihad, em 2002: no início do ano, aposentado, o atacante de 38 anos chegara a acertar novamente com o Vasco, mas desfez o contrato para ganhar US$ 1,1 milhão por uma temporada no clube da Arábia Saudita.[14] Todavia, após apenas um gol em cinco jogos, foi dispensado por "deficiência técnica" e más condições físicas.[14]

Em 2003, retornou ao Oriente Médio, disputando um amistoso entre o Flamengo de Guarulhos e Nejmeh, do Líbano, atuando um tempo por cada equipe.[15]
[editar] Seleção Brasileira
Com a camisa azul do Brasil, Bebeto fez seu gol mais famoso

Pela Seleção Brasileira sub-20, ganhou o Campeonato Mundial de Futebol Sub-20 de 1983. Dois anos depois, estreou pela Seleção principal, mas, muito jovem e com bastante concorrência no ataque, acabou deixado de fora da Copa do Mundo de 1986. Dois anos depois da Copa do México, foi para as Olimpíadas de 1988, iniciando sua dupla de sucesso com Romário. O Brasil chegou à final, mas perdeu para a União Soviética e ficou com a prata.

Na Copa América de 1989, realizada no Brasil, firmou-se na Seleção, ao ser o artilheiro da competição, que voltou a ser vencida pelos brasileiros após um jejum de mais de cinquenta anos. Naquele mesmo ano, em que seria ainda campeão brasileiro pelo Vasco da Gama, foi eleito o melhor jogador das Américas devido também ao bom desempenho nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1990.[1] Apesar disso, acabou deixado na reserva por Sebastião Lazaroni no mundial. O treinador definia que os atacantes seriam titulares em função de suas respectivas duplas: Careca só jogaria ao lado de Müller, e Bebeto com Romário.[1]

Todavia, Romário chegou machucado à Itália, e o próprio Bebeto lesionou-se antes da partida contra a Costa Rica, onde seria escalado,[1] minando sua participação na decepcionante campanha brasileira, encerrada nas oitavas-de-final em um clássico contra a Argentina.

Após quatro anos afastado de torneios pela Seleção, foi chamado para a Copa do Mundo de 1994 pelo seu grande desempenho no Deportivo La Coruña, realizando grande dupla com Romário. Na partida contra Camarões, válida pela primeira fase, marcou seu primeiro gol em copas. Nas oitavas-de-final, contra os anfitriões dos Estados Unidos, fez o gol da vitória, realizada no dia da independência estadunidense. Na comemoração, disse um famoso "Eu te amo!" para Romário, que lhe dera o passe.[16]

A dupla marcou junta na partida seguinte, uma dura quartas-de-final contra os Países Baixos: após dar a assistência para Romário inaugurar o placar, o próprio Bebeto aproveitou lançamento de Aldair, driblou Ed de Goeij e marcou o segundo, realizando sua famosa comemoração-homenagem ao filho Matheus. Bebeto seria um dos cobradores de pênalti contra a Itália, na final; ficou como último a chutar na série inicial pelo Brasil, mas não precisou ir cobrar em razão do erro de Roberto Baggio, que encerrou as chances italianas.

Dois anos depois, Bebeto voltou aos Estados Unidos, como um dos três jogadores brasileiros acima de 23 anos que jogariam as Olimpíadas de 1996. Aos 32 anos, ele encerrou os Jogos de Atlanta como artilheiro, mas com três de seus seis gols marcados na desinteressada disputa pelo bronze contra Portugal - nas semifinais, o Brasil perdeu por 3 x 4 para a Nigéria no gol de ouro da prorrogação.

Em dezembro de 1997, mesmo após a derrota pelo Cruzeiro no Mundial Interclubes, integrou a Seleção Brasileira que faturou pela primeira vez a Copa das Confederações, embora na reserva: Ronaldo o substituíra na dupla com Romário. O bom desempenho no Botafogo no início de 1998 o garantiu na Copa do Mundo da França, apesar dos 34 anos. Seria novamente reserva de Ronaldo e Romário, mas o Baixinho teve de ser cortado. Com isso, Bebeto acabou requisitado para fazer a dupla com o Fenômeno, a despeito de o outro atacante reserva, sua ex-dupla ofensiva (de 1992) Edmundo, também viver um bom momento, além de mais jovem.

Mesmo contestado,[17] seria na Copa de 1998 que marcaria mais gols: três, sendo o atacante mais eficiente do Brasil na primeira fase, marcando contra Marrocos e Noruega. Marcou seu terceiro gol nas quartas-de-final, empatando parcialmente a partida contra a Dinamarca em 1 x 1.

A final contra a anfitriã França seria sua última partida pelo Brasil.
[editar] Como treinador
Bebeto treinou a equipe do América no início de 2010.

Em 2010, Bebeto estreou na carreira de treinador de futebol, no América-RJ.[18]

Entretanto, no dia 13 de fevereiro, foi demitido após a derrota para o Olaria, pelo Campeonato Carioca.[19]
[editar] Títulos

Flamengo

* Brasil Campeonato Brasileiro: 1983,1987
* Rio de Janeiro Campeonato Carioca: 1986
* Rio de Janeiro 1984,1988 e 1989
* Rio de Janeiro Taça Rio: 1983, 1985,1986
* Irlanda do Norte Troféu Centenario de Fundação do Linfield Football Club: 1986
* Rio de Janeiro Taça Euzebio de Andrade: 1987
* Gabão Torneio El Gabón: 1987
* Angola Torneio Internacional de Angola: 1987
* Rio de Janeiro Troféu João Havelange: 1987
* Bahia Taça Governador Jader Ribeiro: 1988
* Espanha Troféu Colombino: 1988
* Japão Copa Kirin: 1988
* Alemanha Copa Porto de Hamburgo: 1989

Vasco

* Brasil Campeonato Brasileiro: 1989
* Espanha Troféu Ramon de Carranza: 1989
* Rio de Janeiro Taça Guanabara: 1990,1992
* Rio de Janeiro Torneio de Verão RJ: 1990
* Rio de Janeiro Taça Adolpho Bloch: 1990
* Gabão Torneio da Amizade: 1991
* Rio de Janeiro Campeonato Carioca: 1992
* Rio de Janeiro Copa Rio de Janeiro: 1992
* Rio de Janeiro Taça Rio: 2001

Deportivo La Coruña

* Espanha Copa do Rei da Espanha: 1995
* Espanha Supercopa da Espanha: 1995
* Espanha Troféu Teresa Herrera: 1995

Vitória

* Bahia Campeonato Baiano: 1997
* Brasil Copa do Nordeste: 1997
* Espanha Troféu Cidade de Valladolid:1997

Botafogo

* Rio de JaneiroxSão Paulo Torneio Rio-São Paulo: 1998

Kashima Antlers

* Japão Campeonato Japonês:2000
* Japão Copa do Imperador do Japão:2000
* Japão Copa da Liga Japonesa:2000

Seleção Brasileira

* México Campeonato Mundial Sub-20: 1983
* Jogos Olímpicos: Prata em Seul 1988 e bronze em Atlanta 1996
* Torneio Pré-Olímpico:1987
* Brasil Copa América: 1989
* Estados Unidos Copa do Mundo: 1994
* Copa das Confederações: 1997

[editar] Prêmios individuais

* 1989: Jogador Sul-Americano do Ano
* 1989: 3º Maior jogador do Mundo eleito pela revista inglesa World Soccer
* 1992: Bola de Prata
* 19º Maior jogador Brasileiro do século XX IFFHS: 1999

[editar] Artilharias

* 1988: Campeonato Carioca - 17 gols
* 1989: Campeonato Carioca - 18 gols
* 1989: Copa América - 6 gols
* 1992: Campeonato Brasileiro - 18 gols
* 1993: Campeonato Espanhol - 29 gols
* 1996: Torneio Olímpico de Futebol- 6 gols
* 1999: Torneio Rio-São Paulo - 5 gols