domingo, 29 de agosto de 2010

Gols de Renato Portalupi com a camisa do Cruzeiro



O segundo semestre do ano de 1992 foi um dos períodos mais felizes que tive como torcedor do Cruzeiro. Tínhamos um bom grupo, com Contratações como Luizinho, Douglas, Betinho, Roberto Gaúcho e os remanescentes, Boiadeiro, Luiz Fernado, Nonato, a ascensão de Cleisson. Mas faltava a cereja do bolo e a contratação do atacante Renato Gaúcho foi a consagração desse time. Durante cerca de 4 meses a torcida do Cruzeiro foi muito feliz, ganhando o Mineiro e o bicampeonato da Supercopa. Renato ficou marcado na história do Cruzeiro, mas depois pisou na bola e foi pro rival. Em 1998, na decisão entre Cruzeiro e Corinthians no Brasileirão disse que torceria pelo time paulista, talvez por conta de uma rixa com o treinador Levir Culpi, que o colocou no banco quando este treinava o Atlético Mineiro. O video acima é uma compilação com gols dele vestindo a camisa estrelada.

sábado, 28 de agosto de 2010

Renato Gaúcho



O segundo semestre do ano de 1992 foi um dos períodos mais felizes que tive como torcedor do Cruzeiro. Tínhamos um bom grupo, com Contratações como Luizinho, Douglas, Betinho, Roberto Gaúcho e os remanescentes, Boiadeiro, Luiz Fernado, Nonato, a ascensão de Cleisson. Mas faltava a cereja do bolo e a contratação do atacante Renato Gaúcho foi a consagração desse time. Durante cerca de 4 meses a torcida do Cruzeiro foi muito feliz, ganhando o Mineiro e o bicampeonato da Supercopa. Renato ficou marcado na história do Cruzeiro, mas depois pisou na bola e foi pro rival. Em 1998, na decisão entre Cruzeiro e Corinthians no Brasileirão disse que torceria pelo time paulista, talvez por conta de uma rixa com o treinador Levir Culpi, que o colocou no banco quando este treinava o Atlético Mineiro. O video acima é uma compilação com gols dele vestindo a camisa estrelada.



Nesse jogo o jogador Renato Gaúcho, estreou com a camisa azul e fez furor junto a torcida. Durante três meses ele arrasou as defesas inimigas e marcou história no time azul.

Ademir Maria


Vejam o Cruzeiro em 1984 em dia de clássico contra o Atlético no Mineirão. Em pé estão Carlos Alberto, Ademar, Ademir Maria, Luis Cosme, Douglas e Eugênio; agachados temos Carlinhos, Palhinha, Carlos Alberto Seixas, Joãozinho e Tostão II

Clique aqui pra ler um pouco da história do Ademir Maria no futebol

ADEMIR MARIA

Ademir Maria, ex-goleiro do São Bento (SP), Santos, Cruzeiro, Inter (RS), Grêmio e outras equipes de São Paulo, não é mais treinador de goleiros.

Atualmente, Ademir, que também teve passagem pela seleção brasileira de juniores, é advogado e mora no centro de Canoas (RS), onde tem seu escritório.

Carreira

Viveu bom momento no São Betno e também chegou a fazer boas partidas pelo Santos. Mas não conseguiu se firmar como titular do time da Vila, principalmente porque o Peixe contratou o uruguaio Rodolfo Rodríguez. Na maior parte do tempo, ele foi um bom reserva também no Cruzeiro, Internacional (chegou a ser banco de Taffarel) e Grêmio.

por Rogério Micheletti

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Joãozinho



Esta entrevista foi concedida ao repórter Helvídio Matos, da TV Cultura de SP, no Programa Grandes Momentos do Esporte em 1995. Nela, ex ponta cruzeirense conta um pouco da sua trajetória no futebol, do início, quando seu pai, que era motorista do ex-presidente Carmine Furletti, conseguiu um teste pra ele nas categorias de base do clube. Apesar da forçação de barra do repórter paulista, em ligar o cruzeirense ao Palmeiras foi uma excelente e imperdível entrevista. Espero que curtam relembrar essa passagem magnífica da história do Cruzeiro.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Jairzinho






No site do Milton Neves, um pouco da historia do Furacão da Copa Jairzinho
Substituto de Dirceu Lopes, 'Furacão' Jairzinho dividiu protagonismo em título da Libertadores
Fotos da homenagem prestado pelo Cruzeiro, nos 40 anos da conquista da Libertadores
Entrevista SDA





Vejam o Cruzeiro campeão da Taça Libertadores da América de 1976. Nesta foto no Mineirão estão, em pé, Nelinho, Moraes, Ozires, Valdo, Vanderlei e Raul; agachados vemos Silva, Eduardo, Jairzinho, Palhinha e Joãozinho



Formação do Cruzeiro em 1976. O time chegou à decisão do Mundial Interclubes mas perdeu para o Bayern de Munique. Em pé estão Moraes, Nelinho, Ozires, Piazza e Vanderlei; agachados vemos Roberto Batata, Zé Carlos, Palhinha, Jairzinho, Joãozinho e Raul

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Guilherme



Nome Completo: Guilherme Milhomem Gusmão
Nascimento: 22/10/1988
Posição: Meia
Período no Cruzeiro: 2007-2008

Links
Reportagem publicada no site Globo Esporte
Transmarket

sábado, 14 de agosto de 2010

Eduardo Lobinho

Quem se lembra do Eduardo Lobinho, meio campista que atuou pelo Cruzeiro na década de 80? Para relembrar postei esse gol magistral marcado contra o Atlético PR .



Cruzeiro 2 x 2 Atlético-PR
Cruzeiro
GOL Vitor DEF Ailton DEF Eugênio LAT Ademar (1) LAT Carlos Alberto LAT Luís Cosme MEI Douglas MEI Eduardo (1) MEI Wilson Carrasco ATA Carlinhos ATA Carlos Alberto Seixas ATA Gilson MEI Mauro Madureira
TÉC Osvaldo Brandão

Atlético-PR

GOL Rafael DEF Mossoró LAT Augusto LAT Sérgio Moura LAT Sóter DEF Oliveira MEI Déti MEI Jorge Luís ATA Amauri MEI Renato Sá (1) ATA Binga (1) ATA Capitão ATA Vander TÉC Paulo Sérgio Poletto
Ficha técnica
Data 1984-02-26
Torneio Campeonato Brasileiro 1984
Fase 1ª Fase
Estádio Mineirão
Público 20,209
Árbitro Romualdo

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Edu Lima



Belo gol de Edu Lima em um empate entre Cruzeiro e Corinthians

Cruzeiro
GOL Ademir Maria DEF Eugênio DEF Orlando Fumaça LAT Ademar LAT Luís Cosme MEI Dedé de Dora MEI Tostão MEI Douglas MEI Edu Lima (1) MEI Eduardo ATA Carlinhos ATA Givaldo ATA Carlos Alberto Seixas
TÉC João Francisco

Corinthians GOL Carlos DEF De León DEF Paulo Feitosa LAT Edson Boaro LAT Wladimir MEI Biro-Biro MEI Eduardo Amorim MEI Zenon ATA Casagrande ATA João Paulo ATA Paulo César ATA Serginho Chulapa (1) TÉC Carlos Alberto Torres

Ficha técnica
Data 1985-03-21
Torneio Campeonato Brasileiro 1985
Fase 1ª Fase
Estádio Mineirão
Público 15,179
Árbitro Valquir

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Edmar





Nome completo Edmar Bernardes dos Santos
Data de nasc. 20 de janeiro de 1960 (59 anos)
Local de nasc. Araxá (MG), Brasil Brasil
Altura 1,75 m

Jogou no Cruzeiro entre 1980 e 1982

Links
Biografia
Gols de Edmar nos anos 80
29/11/1985: Video do Globo Esporte
Reportagem do Globoesporte.com






15/04/2009
LEMBRA DELE?

Com clube próprio, Edmar tenta desbancar Ponte e Guarani
Artilheiro cigano, ex-atacante comanda o Campinas na Terceirona de São Paulo e projeta ser a maior força da cidade nos próximos anos

Carlos Augusto Ferrari
São Paulo

Na década de 70, Campinas chegou a ser chamada de "capital do futebol". Ponte Preta e Guarani duelavam em igualdade de condições com os times da capital paulista e mostravam ao Brasil a importância do interior de São Paulo. Mais de 30 anos depois, Macaca e Bugre não possuem nem de longe o mesmo prestígio. Mas é apostando na tradição campineira de revelar craques que o ex-atacante Edmar sonha em transformar um pequeno clube na mais nova força da cidade.

Ao lado do também ex-jogador Careca, Edmar fundou no dia 1 de janeiro de 1998 o Campinas Futebol Clube, um ambicioso projeto para criar um terceiro clube em Campinas e produzir novos atletas. Após 11 anos, o antigo companheiro de Maradona no Napoli deixou a equipe, mas o sonho de colocar o Águia na elite do futebol paulista continua vivo.

- O Careca foi se dedicar a outros projetos e eu fiquei com o Campinas. Ainda somos sócios em outros negócios e nossa amizade continua forte como antes – afirmou o presidente Edmar Bernardes dos Santos, natural de Araxá-MG, e agora com 49 anos.

Restando três rodadas para o final da primeira fase da Série A-3 do Campeonato Paulista (Terceira Divisão), o Campinas é o décimo colocado. A equipe chegou a liderar a competição, mas despencou na tabela e precisa terminar até o oitavo lugar para avançar. Caso consiga o acesso, vai enfrentar o Guarani, rebaixado para a A-2. Seria o primeiro encontro oficial do clube com um dos “vizinhos”.






Distintivo do Campinas carrega a águia, mascote do clube do interior paulista Apesar da posição intermediária na classificação, Edmar confia que, com o tempo, o Campinas estará brigando diretamente com Ponte e Bugre. Pelo menos na cidade, o ex-atacante já conseguiu dividir o empresariado. Com a ajuda de comerciantes, gasta aproximadamente R$ 100 mil (R$ 65 mil só com o profissional) para manter o clube. E se orgulha em não acumular dívidas.

- Seguramente, estaremos, no futuro, disputando para ser o melhor time de Campinas. Podemos chegar muito longe com o planejamento que elaboramos. Sempre faço as coisas com os pés no chão. O Campinas não atrasa seus salários e não tem nenhuma ação trabalhista. Os gastos são muitos, mas tenho algumas pessoas que me ajudam e que participam do projeto – revelou.

Assim como qualquer outro time brasileiro, o Campinas depende da negociação de seus jovens atletas para sobreviver. De lá saíram os atacantes Danilo Neco, destaque da Ponte Preta no Campeonato Paulista, e Jeda, atualmente no Cagliari-ITA. Para o futuro, Edmar aposta nos meias Alan e Caio.

- Não dá para ficar prendendo o jogador. A solução é sempre negociar e colocá-los nas vitrines do futebol. Temos jogadores nas categorias de base de boa parte dos grandes clubes do país. É só com esse tipo de parceria que você consegue sobreviver e manter o negócio vivo – disse.



Edmar, o artilheiro cigano


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Como dirigente, Edmar é tão ambicioso como quando jogador. Com 17 anos, foi artilheiro do Campeonato Brasiliense, pelo Brasília, com 15 gols. No ano seguinte, repetiu a dose, com nove marcados. O desempenho chamou a atenção do Cruzeiro, que o comprou e o repassou por empréstimo ao Taubaté. Logo na temporada de estreia, em 1980, se transformou no goleador máximo do Paulistão, com 17 gols.

- O que eu consegui com o Taubaté foi algo histórico. Fui artilheiro do campeonato mais disputado do país por um time que lutava contra o rebaixamento e superei feras como Serginho Chulapa, Careca, Sócrates e outros. Aquele foi o momento mais marcante da minha carreira. O que veio em seguida só confirmou o que eu fiz em 80, com apenas 20 anos – lembrou.

Edmar, aliás, conseguiu repetir o sucesso em outros clubes. Em 1985, foi artilheiro do Campeonato Brasileiro pelo Guarani, com 20 gols. Dois anos depois, liderou a lista de artilheiros do Campeonato Paulista, com 19 anotados, jogando pelo Corinthians. Em 84, foi o goleador do Flamengo na Taça Libertadores.

- Eu era um atacante oportunista e gostava de simplificar tudo. Com certeza, fiz mais de 500 gols na carreira. Hoje, você vê o atacante dificultando muito as coisas. Quando é para chutar, ele quer driblar. Alguns atacantes têm cheiro de gol. Outros fedem (risos) – brincou.

O atacante, entretanto, só não conseguiu fugir da fama de cigano do futebol. Foram 14 times na carreira: Brasília, Taubaté, Cruzeiro, Grêmio, Flamengo, Guarani, Palmeiras, Corinthians, Pescara-ITA, Atlético-MG, Santos, Comercial-SP, Bremel Sendai-JAP e Campinas.

- Eu era meio chato para contrato. Exigia aquilo que eu achava que merecia. Na hora de renovar, pedia o que valia, principalmente por fazer muitos gols. Às vezes, não tinha acordo, mas sempre algum time estava me querendo, uma porta se abria – explicou.



Amizade com Romário e Zico

Zico: boa parceria com Edmar Um dos pontos altos da carreira de Edmar foi disputer os Jogos Olímpicos de 1988, em Seul, na Coréia do Sul. O Brasil ficou com a medalha de prata no futebol ao perder para a extinta União Soviética na decisão. Mesmo assim, ele não esquece a convivência com o baixinho Romário.

- Ele era fabuloso, um dos maiores dentro da área. Foi muito bom jogar com ele. A convivência também sempre foi muito boa. Ele tinha suas particularidades, nunca gostou muito de treinar fisicamente. Era um sacrifício para ele. Mas, dentro da área, era fantástico – opinou.

Edmar também recorda com carinho e admiração o pouco tempo de trabalho que teve com Zico, no Flamengo.

- O Zico estava vendido para a Udinese e o Flamengo usou o dinheiro para me comprar do Cruzeiro. Jogamos pouco juntos. Mas, quando ele estava voltando, deu uma entrevista dizendo que o centroavante que mais tinha se encaixado no jogo dele era eu. Meu ego foi lá para cima. Ouvir isso dele foi uma honra. Fiquei muito feliz.



Ronaldo e Kléber Pereira: os melhores no momento

Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM
Ronaldo em ação contra o São Paulo Analisando os finalistas do Campeonato Paulista, o ex-atacante faz elogios a Ronaldo, mas também é fã de Kléber Pereira, do Santos. Keirrison, Washington e Borges também estão em alta com o antigo goleador.

- O Keirrison está oscilando, mas é normal pela idade. O Washington é um goleador nato. Outro que gosto de ver é o Borges. O Kléber Pereira, com certeza, estaria entre os artilheiros se as contusões não tivessem aparecido. Já o Ronaldo é um fora de série. Ele ainda precisa perder peso, mas é um cara diferenciado. Só de tocar na bola você já percebe – completou.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Douglas em Portugal




CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1987 - Em pé: Genílson, Vilmar, Douglas, Balu, Gilmar Francisco e Gomes; Agachados: Róbson, Eduardo, Vanderlei, Ademir e Édson / Crédito: Arquivo Placar



CRUZEIRO CAMPEÃO MINEIRO DE 1984 - Em pé: Douglas, Geraldão, Aylton, Carlos Alberto, Luiz Cosme e Vítor; Agachados: Carlinhos, Tostão, Eduardo, Carlos Alberto Seixas e Joãozinho.



Video e texto extraídos do Youtube.

William Douglas Humia Menezes (Belo Horizonte, 17 de março de 1963) é um ex-futebolista brasileiro. Criado na base do Cruzeiro foi promovido aos profissionais ainda jovem. O volante tinha como pri...
William Douglas Humia Menezes (Belo Horizonte, 17 de março de 1963) é um ex-futebolista brasileiro.

Criado na base do Cruzeiro foi promovido aos profissionais ainda jovem. O volante tinha como principal característica o posicionamento, o bom passe e a garra. Tornou-se ídolo da torcida num período de poucas glórias para o clube, a década de 80. Saiu em 1988, indo jogar na Portuguesa e depois no Sporting Clube de Portugal

Voltou ao time em 1992, para fazer parte da equipe e conquistou a Supercopa. Num fato inédito, foi alvo de um movimento dos próprios atletas, que exigiram da diretoria a renovação do seu contrato.

Em 2006 acertou com o Cruzeiro e iniciou como técnico do time do Itaúna (MG) em um projeto da Raposa que colocou jogadores cruzeirenses para disputar o campeonato mineiro (série C 2006) vestindo a camisa do Itaúna. Após essa passagem, foi convidado, em 2007, a dirigir a Jataiense (Raposa goiana) para o Goianão 2008 (1ª Divisão), sendo essa, então, sua segunda equipe como treinador e primeira em uma divisão principal do futebol brasileiro.

Atualmente, Douglas também é fazendeiro em Minas Gerais, tem duas empresas e oito lojas em Belo Horizonte.
Categoria: Esportes

Palavras-chave: William Douglas Sporting Cruzeiro Escrete Portuguesa Guerreiro Volante

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Charles









Até Diego Armando Maradona gostava do futebol dele. Tanto isso era verdade que o craque argentino decidiu apostar em sua contratação. Assim, Charles, o Charles Fabian Figueiredo Santos, um dia chegou a vestir a camisa de um dos times mais vencedores da América: o Boca Juniors. Ele, que já foi técnico das categorias de base do Bahia, clube que o revelou, assumiu em 2009 a Secretaria de Esportes e Lazer de Itapetinga (BA), sua cidade natal.

Nascido no dia 12 de abril de 1968, Charles começou a se destacar no time do Bahia que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1988. Ao lado de Bobô, Zé Carlos, Paulo Rodrigues, Gil, Marquinhos e companhia, o time tricolor, comandado por Evaristo de Macedo, fez surpreendente campanha e bateu o Internacional, de Taffarel, na final.

O "Princípe Charles", como era chamado em Salvador, permaneceu no Bahia por dois anos. É que o presidente do clube mais popular do estado, Paulo Maracajá, não aceitava negociar facilmente os craques do time. Tanto que Zanata e Bobô só saíram do Bahia por montanhas de dinheiro.

Em 1991, porém, não teve jeito. Uma proposta milionária do Cruzeiro fez com que o Bahia negociasse o seu artilheiro. Pelo time da Toca da Raposa, Charles continuou fazendo gols e chamou a atenção de Maradona, que o levou para o Boca Juniors. Mas em Buenos Aires, Charles não conseguiu render o mesmo futebol.

Atrapalhado por contusões, ele retornou ao Brasil e não conseguiu emplacar muito no Flamengo (apesar dos 18 gols em 30 jogos, segundo números do "Almanaque do Flamengo", de Roberto Assaf e Clóvis Martins), no Grêmio e mais uma vez no Bahia.

Encerrou a carreira ainda novo, por causa de lesão no joelho. Tem residência fixa em Salvador (BA), onde vive com a família.

Começo bom na seleção

Com a camisa da Seleção Brasileira, segundo números do livro "Seleção Brasileira 90 anos", de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf, Charles atuou 11 vezes (3 vitórias, 4 empates e 4 derrotas) e marcou três gols. Ele foi convocado pelo técnico Sebastião Lazaroni em 1989 e logo em sua estréia, em jogo amistoso contra o Peru, em Fortaleza, no dia 10 de maio de 1989, Charles marcou dois gols na vitória por 4 a 1. Em sua segunda partida, contra Portugal, no Maracanã, Charles voltou a mostrar seu faro de gol. Fez um dos gols na goleada por 4 a 0.

Depois, durante a primeira fase da Copa América, em Salvador (BA), Charles teve seu nome muito gritado por torcedores na Fonte Nova. Mas o técnico Lazaroni decidiu apostar em Romário e Baltazar, o "Artilheiro de Deus". Por não escalar Charles, o treinador foi bastante vaiado no jogo de estréia contra a Venezuela, na vitória por 3 a 1.

Charles chegou a vestir algumas outras vezes a camisa canarinho, mas não conseguiu se firmar como titular. Assim, ele acabou ficando fora da Copa do Mundo da Itália, em 1990.

por Rogério Micheletti

Texto e fotos extraídos do blog do Milton Neves

domingo, 8 de agosto de 2010

Carlinhos





Esse Cruzeiro ganhou o Campeonato Mineiro de 1984. Em pé, da esquerda para a direita, vemos: Douglas, Geraldão, Ailton, Ademar, Carlos Alberto e Vítor. Agachados: massagista Guido, Carlinhos, Tostão, Eduardo Lobinho, Seixas e Joãozinho.

A foto consta no livro “De Palestra a Cruzeiro – Uma trajetória de glórias”. Carlos Alberto Isidoro, o ex-ponta-direita e meia Carlinhos, nasceu em Belo Horizonte em 28 de março de 1959. Defendeu Cruzeiro (segundo o Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro, vestiu a camisa celeste em 302 jogos e marcou 60 gols entre 1978 e 1985), Atlético Paranaense, Santos, Palmeiras (segundo o Almanaque do Palmeiras, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti, fez 24 jogos em 1992 com 15 vitórias, dois empates, sete derrotas e três gols marcados), São Caetano, Flamengo (segundo o Almanaque do Flamengo, de Roberto Assaf e Clóvis Martins, disputou 33 jogos pelo Mengão com 20 vitórias, 3 empates, 10 derrotas e um gol marcado) e Paraná. Atualmente, reside em Belo Horizonte e trabalha como empresário de atletas de futebol. Como jogador, Carlinhos conquistou o título mineiro 84 pelo Cruzeiro, o carioca de 86 pelo Flamengo, e os paranaenses de 88 e 90 pelo Atlético e 91 pelo Paraná. Por Marcelo Rozenberg

sábado, 7 de agosto de 2010

Careca




Hamilton de Souza
Data de Nascimento: 27/09/1968
Cidade: Passos-MG
Posição: Ponta-de-Lança
Carreira: Cruzeiro-MG; Sporting-POR; Famalicão-POR; Ponte Preta-SP; Cruzeiro-MG; ATLÉTICO  Alianza Lima-PER; Londrina-PR; Coritiba-PR; Democrata-GV; Vila Nova-GO; América-MG e Charlotte Eagles-EUA.
Pela Seleção Brasileira foram 25 jogos e 03 gols marcados. Participou dos Jogos Pan-Americanos em 1987 (Medalha de Ouro) e das Olimpíadas em 1988 (Medalha de Prata).

Links relevantes
06/07/2018: Ídolos eternos
19/08/2016: Careca relembra conquista da medalha de prata nos Jogos de 1988
22/11/1987: Gol de Careca contra o Santos
18/12/1988: Cruzeiro 2x0 Santa Cruz gol de Careca
04/12/1988: Gol de Careca contra o Botafogo
03/06/1990: Gol de Careca contra o Atlético - MG
Texto sobre Careca



sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Alexandre



Alexandre de Oliveira Alves Ramos, o ex-meia Alexandre, faleceu em 13 de janeiro de 2004. Defendeu Cruzeiro e Botafogo do Rio de Janeiro na carreira nas décadas de 1970 e 1980.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Alex Alves



Onde anda o Alex alves?

Site: Globo.com

19/03/2008 - 09h15m - Atualizado em 19/03/2008 - 15h01m
Alex Alves não é mais metrossexual
Doença da mãe faz o atacante trocar o luxo pela simplicidade e recuperar o prazer de jogar
Pedro Veríssimo Rio de Janeiro entre em contato

O Globo
Ex-metrossexual, Alex Alves não abria mão de pintar os cabelos nos tempos de Vasco. depois da recuperação de sua mãe, a vaidade ficou em segundo plano

Revelado pelo Vitória, com passagens por Palmeiras, Cruzeiro, Atlético-MG e Vasco, entre outros clubes, o atacante Alex Alves sempre teve na vaidade sua principal marca registrada. Exemplo de metrossexual, não era difícil vê-lo exibindo roupas de marca e penteados ousados. Isso, sem falar nos carros caríssimos em que andava. Entretanto, tudo faz parte do passado. Quem garante é o próprio Alex Alves. Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, o artilheiro, agora no banco de reservas do Fortaleza, rival desta quarta do Corinthians pela Copa do Brasil, revela o drama que viveu com a doença da mãe, e conta como a recuperação de Dona Nilda Alves fez sua visão de mundo mudar.

Alex Alves estava na Alemanha quando recebeu a notícia de que sua mãe tinha um aneurisma cerebral. Sem hesitar, ele voltou para o Brasil para acompanhar o tratamento. No processo, ele se deu conta do que são suas reais prioridades na vida.

- Perdi meu pai e quase perco minha mãe. Foi uma situação delicada, ela passou três meses no hospital, teve que ser operada na cabeça por duas vezes. Mas passou, e passei a encarar a vida de uma maneira diferente: vi que vaidade, dinheiro e uma série de coisas não valem a pena se você perde quem você ama - diz.


A vontade de jogar voltou

Com Dona Nilda como exemplo, o artilheiro adotou outro estilo de vida.

- Foi um período terrível, mas minha mãe foi guerreira e conseguiu. Ela foi demais. Me espelho nela e, hoje, vivo na simplicidade. Percebi que não há muitas pessoas que têm a felicidade de conseguir superar um aneurisma e minha vontade de jogar futebol voltou - revela.

Feliz no Fortaleza, Alex Alves marcou seu primeiro gol com a camisa tricolor no último domingo, na goleada por 5 a 1 sobre o Quixadá - o atacante por enquanto é reserva da equipe. Ele chegou ao clube cearense levado pelo amigo Paulo Isidoro, com quem treinava para manter a forma em Salvador.

- Eu ia para o Boavista disputar o Campeonato Carioca porque tenho muito carinho pela diretoria, mas o Isidoro me convenceu e, graças a Deus, tudo está dando certo. Na minha terceira partida tive a felicidade de marcar meu primeiro gol oficial - comemora.


Saudade da capoeira

Se a vaidade ficou para trás, as comemorações de gol de Alex Alves permanecem as mesmas. Bola na rede continua sendo motivo para o atacante festejar jogando copoeira.

- Outro dia estava vendo um vídeo da Timbalada no carro de Isidoro e bateu uma saudade imensa. Continuo jogando e, pela primeira vez, tive vontade de fazer minha capoeira aqui no Fortaleza. Desde que estava no Cruzeiro não sinto a mesma felicidade. Como os torcedores são muito fervorosos, a atmosfera aqui é perfeita para voltar a ter prazer em fazer a capoeira. Em outro clube talvez nem fizesse.


Que venha o Corinthians pela Copa do Brasil

O Fortaleza enfrenta o Corinthians, pela partida de ida da segunda fase da Copa do Brasil na noite desta quarta-feira, na capital cearense. Confiante, Alex Alves espera ver seus time jogando bem contra o Timão, para dar um bom primeiro passo rumo à próxima fase da competição.

- As expectativas são as melhores. O time vem em uma crescente, temos feito jogos maravilhosos. No último, dentro de casa, os gols começaram a sair. A torcida apóia muito e isso ajuda, principalmente o meu estilo de jogo, porque preciso dessa adrenalina. Respeitamos o Corinthians, sabemos que é um jogo difícil, mas, jogando dentro de casa, temos que vencer aproveitando as chances e mostrando nosso futebol.


Pendurar as chuteiras, só na Alemanha

Aos 33 anos, Alex Alves garante estar longe de pendurar as chuteiras. Feliz em Fortaleza, ele espera voltar a brilhar no Brasil, mas revela o sonho de fazer seus últimos jogos no futebol alemão.

- Estou me sentindo muito bem e quero jogar mais um tempão. Lógico que tenho o plano de voltar para a Europa, principalmente para a Alemanha, onde me adaptei bem, gosto de viver e jogar, mas sei que tenho que jogar mais um tempo no Brasil uma vez que podem ser minhas últimas temporadas aqui. Porque quero encerrar a carreira jogando na Alemanha – diz o atacante, que defendeu o Hertha Berlim por quatro temporadas.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Os baianos do Cruzeiro



Reportagem do Globo Esporte com a dupla Marcelo e Alex Alves que faziam sucesso no time do Cruzeiro.

domingo, 1 de agosto de 2010

60 Anos de Nelinho

Ademir




Cruzeiro campeão mineiro de 1994 com Ronaldo Fenômeno em início de carreira. O time estrelado levantou o caneco com 17 vitórias, cinco empates e nenhuma derrota. Ronaldo foi o artilheiro com 22 gols em 22 jogos. Em pé vemos Paulo Roberto, Dida, Célio Lúcio, Rogério Lage, Luizinho e Nonato; agachados estão Ademir, Ronaldo, Catê, Luiz Fernando e Roberto Gaúcho. Fonte: Cruzeiro

ADEMIR

Ademir, o Ademir Roque Kaefer, nasceu em Toledo (PR), no dia 6 de janeiro de 1960. Hoje, o loiro ex-volante mora em sua terra natal, Toledo, que revelou também Preto Casagrande e Ávalos, campeões brasileiros pelo Santos em 2004. Lá, Ademir, casado e pai de dois filhos, é agropecuarista.

O volante começou a carreira no Toledo, em 1980. Passou depois pelo Inter, seleção brasileira que disputou os Jogos Olímpicos de 1984 (foi titular da equipe que ganhou a medalha de prata), Santo André e Cruzeiro, onde brilhou entre 1988 e 1995.

Na Toca da Raposa, conquistou títulos importantes como: Supercopa (1991 e 1992) e três campeonatos mineiros (1989, 1992 e 1994). Também esteve na Seleção Brasileira nas Olimpíadas de 88 e mais uma vez conseguiu a medalha de prata. Fora do país, Ademir jogou pelo Racing, da Argentina.

Duas vezes prata

Ademir é o único jogador de futebol brasileiro a ser duas vezes medalha de prata em jogos olímpicos. Em 1984, ele fez parte da equipe comandada por Jair Picerni e que perdeu para a França, 2 a 0. O time brasileiro, à época, tinha como base o Inter de Porto Alegre. Alguns dos colorados que faziam parte do time eram: Kita, Mauro Galvão, Silvinho, André Luiz, Gilmar Rinaldi e Pinga. Quatro anos depois, Ademir da Guia fazia parte da equipe comandada por Carlos Alberto Silva (veja foto), que ficou em segundo lugar em Seul.

por Rogério Micheletti




Cruzeiro de 1992. Em pé: Paulo César, Paulo Roberto, Célio Lúcio, Luizinho, Ademir e Edson. Agachados: Betinho, Renato Gaúcho, Cleison, Douglas e Roberto Gaúcho.

História de Ademir, no blog do MIlton Neves